Aqui você pode acompanhar as principais notícias das unidades de saúde da EMSERH
Fotos: Adeta Holanda
<strong><em>Por Vanessa Ribeiro
O Governo do Estado realizou, nesta semana, o Workshop “Estruturação da rede de Saúde do Estado do Maranhão” para profissionais que desempenham funções de liderança no Hospital da Ilha. A capacitação teve o objetivo de apresentar aos participantes a organização da rede de saúde, que atende o usuário do SUS, com o foco de promover um atendimento cada vez mais eficaz e humanizado.
Entre os temas abordados, esteve a quantidade de unidades de saúde, o perfil dessas unidades, especialidades disponíveis, além de acesso ao atendimento. A unidade compõe a rede da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e é gerenciada pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH).
“Promovemos este workshop para que os nossos profissionais entendam como a rede está organizada para que prestem um atendimento cada vez melhor. Esta foi uma iniciativa do Hospital da Ilha, mas pretendemos levar para todas as unidades do SUS, porque toda organização de saúde precisa entender o melhor funcionamento da rede de saúde do estado para que consiga prestar uma assistência segura, de qualidade e em tempo ágil”, ressaltou Anna Cindy Leite, chefe do Departamento da Qualidade e Projetos Especiais da SES.
Participaram do treinamento lideranças de todas as áreas que compõem o hospital, como a assistencial, administrativa, coordenação, supervisão e encarregados.
“Os líderes das unidades precisam ter conhecimento de tudo o que envolve a parte da gestão e como funciona. Esse workshop traz esse tema visando capacitar os líderes, que estão no dia a dia à frente dos trabalhos e isso reflete no restante da equipe”, afirmou Moisés Serra, gerente de Gestão da Qualidade da EMSERH.
A coordenadora de nutrição clínica do Hospital da Ilha, Waléria Amaral, participou do workshop e destacou a importância de momentos assim. “Este tipo de evento ajuda a fortalecer a qualidade entre as lideranças do hospital e isso garante, sem sombra de dúvidas, um atendimento de excelência à população”, frisou.
Com o objetivo de prestar um atendimento cada vez melhor aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), o Governo do Estado promoveu, na última semana, o Treinamento de Qualidade no Atendimento, voltado para unidades gerenciadas pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH). A capacitação aconteceu no Laboratório Central de Saúde Pública do Maranhão (Lacen/MA), em São Luís. Reuniu profissionais que atuam em setores de atendimento ao público.
“Trabalhamos, diariamente, para cumprir a nossa missão, que é prestar um serviço de assistência em saúde à nossa população com qualidade e eficiência. É fundamental que todos os colaboradores ofereçam um atendimento humanizado”, ressaltou o presidente da EMSERH, Marcello Duailibe.
Participaram da ação profissionais como porteiros, maqueiros, recepcionistas, supervisores administrativos e de atendimento, além de colaboradores do Núcleo de Educação Permanente (NEP) das Unidades de Pronto Atendimento (UPAS), Policlínicas e hospitais de São Luís gerenciados pela EMSERH. Ao longo deste ano, outros treinamentos serão realizados.
O gerente de Gestão da Qualidade da EMSERH, Moisés Serra, destaca que o Sistema Único de Saúde (SUS) garante aos usuários não apenas o serviço, mas um serviço de qualidade e excelência.
“A ideia de promover este treinamento foi justamente para mostrar a importância do tema e as ferramentas necessárias para que a gente possa atender com qualidade e dentro de todas as camadas de profissionais. Os usuários precisam se sentir acolhidos e sair com a certeza de que receberam o melhor atendimento possível”, afirmou Moisés Serra.
O especialista da Qualidade da EMSERH, Pablo Ayres, explica que o treinamento é focado tanto na qualidade do atendimento quanto na humanização. “A gente entende que o profissional que está dentro da unidade precisa tratar bem o usuário, que já chega debilitado tanto emocionalmente quanto fisicamente e o mínimo que ele merece é esse tratamento humanizado”, frisou.
Um dos pontos em pauta durante o treinamento foi o atendimento às pessoas deficientes e à população LGBTQIAP+, que são respaldados por uma legislação específica. “Visamos transferir para os profissionais que estão na ponta do atendimento, um conhecimento básico sobre os direitos que essas pessoas têm no atendimento nas nossas unidades. A gente tem preparado as nossas equipes para que atendam todas pessoas bem, com todo o direito, afeto e respeito que precisam ter e lhes é garantido por lei”, destacou Thayanny do Vale, assistente social especialista da Qualidade da EMSERH.
Rafaela Souza, que trabalha no NEP da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Parque Vitória, ressalta a importância de capacitações para que se mantenha sempre um serviço de excelência.
“É importante a gente manter esse contato mais próximo com a EMSERH nesses treinamentos, para ficarmos sempre atualizados, principalmente nessa questão de atendimento. O foco principal de todos aqui é atender da melhor forma os nossos usuários. Esse é o objetivo maior, prestar o melhor atendimento possível”, afirmou Rafaela Souza.
FONTE: SES /MA
O Governo do Maranhão realizou, nesta terça-feira (17), a abertura da Campanha Janeiro Roxo, dedicada à conscientização e à prevenção e tratamento precoce da hanseníase. A programação de abertura da campanha na rede estadual de saúde aconteceu no auditório do Hospital Aquiles Lisboa, unidade referência para atendimentos aos pacientes com suspeita ou diagnóstico da doença.
Neste ano, a campanha tem como tema “Não se esqueça da Hanseníase” e subtema: “Essa mancha pode ser Hanseníase”, tendo como objetivo o rastreio de casos suspeitos e a orientação da sociedade quanto ao surgimento de manchas ou lesões de pele indolores.
“A Campanha Janeiro Roxo, antes de tudo, é um chamamento para a luta contra o preconceito. Enquanto gestão estadual, nós buscamos fazer o debate sobre a promoção da assistência especializada em parceria com os municípios e, também, conscientizar a população sobre onde receber orientação e buscar ajuda, pois se trata de uma doença que não escolhe idade nem classe social”, disse a secretária adjunta da Política de Atenção Primária e Vigilância em Saúde da SES, Waldeise Pereira.
A programação de abertura incluiu consultas, no ambulatório da unidade, para pessoas com suspeita de hanseníase e contatos domiciliares de casos em tratamento, além de cirurgias de descompressão de nervos no Centro Cirúrgico da unidade. Também foram oferecidos à população serviços de saúde como antropometria, aferição de pressão arterial, glicemia capilar e testes rápidos para doenças sexualmente transmissíveis.
De acordo com a chefe do Programa Estadual de Controle da Hanseníase da SES, Raimunda Mendonça, estima-se que durante a pandemia do Coronavírus cerca de três mil casos tenham deixado de ser notificados. “A campanha é um chamamento para a busca ativa, notificação, diagnóstico e tratamento. Além disso, também promover a educação em saúde através da divulgação de informações sobre a doença, tais como os sinais e sintomas e orientações sobre os locais onde é ofertado cuidado”, disse.
Neste ano, as ações se estenderão até o mês de abril, e incluem treinamento de profissionais que atuam na Atenção Básica, apoio à busca ativa de novos casos e ações em parceria com a carreta da NOVARTIS para testagem de casos suspeitos para a doença.
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Segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES), no Maranhão foram registrados 2.099 casos de hanseníase em 2022 e 1.922 em 2021. As cidades com maior prevalência de novos casos são São Luís, Imperatriz e Caxias.
Os principais sintomas da doença são manchas avermelhadas, esbranquiçadas ou amarronzadas no corpo, com diminuição ou perda de sensibilidade ao calor, ao tato e à dor; caroços avermelhados, às vezes doloridos; sensação de choque com fisgadas ao longo dos braços e pernas, entre outros.
A transmissão da hanseníase ocorre por meio das vias respiratórias (tosse ou espirro), através do contato prolongado com pessoa doente que está sem tratamento. Os remédios bloqueiam a transmissão e são fornecidos pelo SUS.
O Governo do Estado segue investindo na ampliação dos serviços oferecidos pelo Hospital da Ilha. A unidade, que fica localizada no bairro do Turu, em São Luís, agora também oferece o serviço de ressonância magnética. O novo serviço atenderá pacientes regulados pelo Sistema Nacional de Regulação (SISREG) e tem como objetivo diminuir a demanda para esse procedimento.
Nos últimos anos, a Secretaria de Estado da Saúde investiu na ampliação as máquinas de ressonância magnética no Maranhão. “O novo serviço do Hospital da Ilha vai ficar à disposição de todos os maranhenses para que possamos resolver a demanda reprimida. A ação faz parte do projeto de expansão dos serviços de alta complexidade da rede estadual de saúde, a maior expansão dos últimos anos”, destacou o secretário Tiago Fernandes.
Um dos primeiros pacientes a utilizar o equipamento foi o pedreiro Rogério Pires, de 48 anos. Ele conta que entre o agendamento e a realização do exame aguardou apenas uma semana. “Esse equipamento vai ser muito importante porque vai diminuir o nosso tempo de espera, pois o tempo de espera para fazer uma ressonância magnética é muito grande. Por isso, quanto mais máquinas melhor. Da última vez, fiz no Socorrão II e esperei seis meses”, contou Rogério Pires.
A dona de casa Francisca Paiva Costa, de 60 anos, é moradora de São José de Ribamar e também foi uma das primeiras pacientes a fazer uso do novo serviço. Ela conta que está fazendo o exame por conta de uma dor lombar e entre a marcação e a realização do exame, graças ao novo equipamento, teve apenas duas semanas de espera. “O aumento desse tipo de serviço é muito bom, pois muita gente precisa desse exame”, afirmou. A unidade é administrada pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH). “O serviço de ressonância é um serviço importantíssimo e nós mobilizamos toda a nossa equipe para esse atendimento. E hoje é um dia muito importante, pois estamos finalizando os testes para o funcionamento da máquina em sua totalidade”, afirmou o presidente da Emserh, Marcello Duailibe.
A unidade deve realizar, em média, 1.200 exames de ressonância magnética por mês. “É uma máquina que não vai parar e vai atender pacientes pelo sistema de marcação do estado, o que também beneficiará os pacientes atendidos e internados no Hospital da Ilha”, garante o diretor administrativo do Hospital da Ilha, Bruno Ricardo Pereira. Melhoria no Diagnóstico
O exame de ressonância magnética é um método de diagnóstico por imagem que não utiliza radiação e permite retratar imagens de alta definição dos órgãos do corpo. Através das imagens obtidas pelo exame, é possível fazer uma análise de doenças neurológicas, ortopédicas, abdominais, cervicais e cardíacas. Este procedimento também é indicado para diagnóstico de tumores, doenças degenerativas, coágulos e traumas.
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