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Emserh celebra 11 anos com mais de 330 milhões de atendimentos
A Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh) celebra, nesta sexta-feira (17), 11 anos de atuação na gestão de serviços de saúde no Maranhão, consolidando-se como um dos principais pilares da rede pública estadual. A data é marcada por números expressivos: até março de 2026, já foram realizados mais de 330,8 milhões de atendimentos nas unidades administradas pela empresa, que atualmente conta com 105 serviços de saúde distribuídos em diversas regiões do estado.
O volume de atendimentos reflete a expansão da rede e o fortalecimento da assistência à população maranhense ao longo da última década. Para o presidente da Emserh, Marcello Duailibe, os resultados são fruto de planejamento, investimento e compromisso com a população. "Alcançar a marca de mais de 330 milhões de atendimentos é um feito que traduz o esforço coletivo de toda a nossa equipe e o compromisso do Governo do Estado com a saúde pública. Seguimos trabalhando para ampliar ainda mais o acesso, qualificar nossos serviços e garantir um atendimento cada vez mais digno e eficiente para todos os maranhenses", destacou.
A presença da Emserh no cotidiano das pessoas pode ser percebida em histórias como a da administradora Raylene Ribeiro Ferreira, de 33 anos. Natural de Guimarães e residente em São Luís, ela acompanhou os pais em consulta na capital. "Fiquei muito satisfeita com o atendimento. Desde a recepção até os profissionais de saúde, todos foram muito atenciosos. É gratificante ver como a saúde pública evoluiu e hoje consegue atender com qualidade", afirmou Raylene.
O pai de Raylene, Manuel da Conceição Ferreira, de 56 anos, caseiro, foi atendido no Hospital Dr. Genésio Rêgo, onde realizou consultas nas áreas de dermatologia e urologia. "Fui muito bem recebido. Os médicos explicaram tudo direitinho e me senti seguro durante o atendimento. A gente percebe que há cuidado e respeito com o paciente", relatou.
Já a mãe, Raimunda da Conceição Silva Ribeiro, realizou exame preventivo ginecológico e acompanhamento para diabetes na Policlínica Diamante. "Fiquei muito feliz com o atendimento. Foi rápido, organizado e com profissionais muito atenciosos. Isso faz toda a diferença para quem precisa cuidar da saúde", disse.
Referência em gestão e inovação na saúde pública
Criada por meio da Lei Estadual nº 9.732, em 2012, a Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares iniciou suas atividades em 2015 com a missão de fortalecer a rede pública de saúde. Estruturada como empresa pública de direito privado e com patrimônio próprio, a Emserh nasceu com o objetivo de se tornar referência nacional em gestão hospitalar.
Pioneira no Brasil em nível estadual, a empresa implantou um modelo que alia eficiência administrativa, transparência na aplicação de recursos e qualificação contínua dos serviços prestados. Esse formato tem permitido avanços importantes na padronização de protocolos, na melhoria do acolhimento e na ampliação da capacidade de atendimento das unidades de saúde.
Atualmente, a Emserh administra uma ampla rede de serviços que contempla diferentes níveis de atenção à saúde, assegurando assistência desde atendimentos de urgência até serviços especializados. A rede é composta por 26 hospitais, 11 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), 13 Policlínicas, 11 centros especializados, 30 unidades da hemorrede, 2 laboratórios Centrais, 3 Serviços de Verificação de Óbito além de 10 outros serviços de saúde.
Governo celebra 3 anos do Centro TEA 12+ com quase 100 mil atendimentos
O Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, celebrou, nesta quarta-feira (15), os três anos de funcionamento do Centro TEA 12+. A unidade, que integra a rede estadual de saúde e é gerenciada pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares, reuniu colaboradores, pacientes e familiares em um momento de comemoração pelos avanços alcançados. Ao longo do período, o Centro já contabiliza 99.500 atendimentos realizados.
"Celebrar os três anos do Centro TEA 12+ é reafirmar o compromisso do Governo do Estado com uma assistência qualificada, inclusiva e humanizada. Ao alcançarmos quase 100 mil atendimentos, demonstramos a efetividade de um cuidado multiprofissional que impacta diretamente pacientes e famílias. O acompanhamento de adolescentes e adultos com transtorno do espectro autista é essencial para promover autonomia, inclusão social e qualidade de vida, garantindo a continuidade do cuidado em uma fase marcada por novos desafios", frisou a secretária de Estado da Saúde, Liliane Neves Carvalho.
A unidade oferta atendimento aos pacientes nas áreas de enfermagem, psiquiatria, neurologia, psicologia, nutrição, fisioterapia, fonoaudiologia, musicoterapia, neuropsicologia, serviço social, terapia ocupacional, psicopedagogia e educação física, além da realização do exame de eletroencefalograma.
O filho de Deusimar Barros tem 17 anos e é paciente da unidade desde a inauguração. "O meu filho, Vinícius, tem um carinho especial por todos os profissionais que trabalham aqui. Tanto que hoje ele não tinha terapia, mas fizemos questão de vir prestigiar a comemoração. Aqui é como se fosse a nossa segunda casa. A palavra de sempre é gratidão", ressaltou Deusimar.
Artur Henrique Oliveira dos Santos tem 19 anos e, há quase três anos, faz acompanhamento no TEA 12+. A mãe dele, Tamara dos Santos, destaca a evolução do jovem. "Meu filho está mais calmo, mais centrado, mais obediente. Graças ao TEA 12+ e às terapias, nossas vidas tiveram uma verdadeira transformação — e para melhor", relatou.
O equipamento de saúde também inclui as famílias por meio de serviços, ações e projetos voltados para pessoas autistas e suas mães. Entre eles estão: Ritmo e Movimento; Roda de Conversa – Diálogos que Acolhem; TEA Acolhendo; Sala de AVDs; e o Formando e Cozinhando. O programa "Formando e Cozinhando" capacita mães de pacientes do TEA 12+ com cursos de gastronomia e empreendedorismo. Além da capacitação, o Governo disponibiliza auxílio financeiro de R$ 500,00, com foco na autonomia dessas mulheres. A iniciativa é direcionada a mães atípicas de adolescentes e adultos.
"Não basta cuidarmos apenas dos pacientes, precisamos cuidar das famílias. O governador Carlos Brandão teve essa sensibilidade e é um gestor preocupado com a inclusão. Os depoimentos dessas mães são algo engrandecedor e revigorante, pois mostram como nossos projetos são divisores de águas na vida dessas famílias. Sabemos das dificuldades, mas estamos aqui todos os dias para enfrentar esses desafios. Sou uma entusiasta, e todos os colaboradores fazem a diferença na vida desses pacientes e dessas famílias", frisou a diretora administrativa do Centro TEA 12+, Eliana Bonfim.
Ambulatório de Doenças Raras do Hospital da Ilha marca primeiro mês com atendimento integrado e avanços no cuidado a pacientes no Maranhão
Um mês após sua inauguração, o Ambulatório de Doenças Raras do Hospital da Ilha, unidade que compõe a rede estadual de saúde e é administrada pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh), já começa a transformar a realidade de pacientes e famílias que, até então, enfrentavam uma jornada fragmentada em busca de diagnóstico e tratamento. Com atendimento especializado, equipe multiprofissional e organização do cuidado em um único espaço, o serviço se consolida como referência estadual no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
Inaugurado no dia 6 de março pelo Governo do Estado do Maranhão, o ambulatório iniciou o acompanhamento de pacientes com condições genéticas raras, especialmente aquelas incluídas no Eixo I da Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras. A proposta é garantir um cuidado contínuo, integrado e humanizado, reduzindo a necessidade de deslocamentos e ampliando o acesso a especialistas.
"Antes, esses pacientes eram acompanhados de forma dispersa, muitas vezes sem uma linha de cuidado estruturada. Hoje, conseguimos centralizar o atendimento, promover discussões clínicas entre especialistas e oferecer um acompanhamento mais qualificado e contínuo. Isso impacta diretamente na qualidade de vida dos pacientes", afirmou a médica geneticista Juliana Doriqui.
O ambulatório funciona com atendimento programado e capacidade inicial para atender entre 80 e 120 pacientes por mês, com possibilidade de ampliação gradual. A estrutura inclui consultórios multiprofissionais, sala de infusão, reabilitação e acesso a exames diagnósticos, além de suporte hospitalar para casos de maior complexidade.
Para o diretor clínico do Hospital da Ilha, Dimitrius Garbis, o primeiro mês já demonstra o potencial estratégico do serviço dentro da rede estadual. "Estamos estruturando um modelo de cuidado que vai além da consulta. O ambulatório atua como um polo integrador, articulando diagnóstico, tratamento e acompanhamento de longo prazo. Esse primeiro mês foi fundamental para organizar fluxos, alinhar equipes e iniciar o atendimento de forma segura e eficiente", explicou.
Entre as famílias atendidas, o sentimento predominante é de alívio e esperança. A dona de casa Franciane Silva Farias, mãe da pequena Lunna Antonella, relata a qualidade do atendimento recebido. "Viemos do interior especialmente para essa consulta. Aqui, está tudo muito organizado. Recebemos toda atenção da médica e já vamos fazer os exames. Isso facilita demais pois aproveitamos a viagem para resolver várias coisas da bebê. Isso traz mais segurança para a gente", disse.
Como acessar o serviço
O acesso ao Ambulatório de Doenças Raras ocorre por meio de encaminhamento médico. Após uma consulta inicial na rede de saúde, o profissional deve indicar o paciente ao ambulatório, especificando a especialidade necessária e fundamentando a suspeita de uma condição rara. Esse encaminhamento é importante para que a central de regulação possa direcionar corretamente o paciente ao ambulatório. A partir daí, o acompanhamento passa a ser feito de forma integrada, podendo envolver geneticista, neurologista, neuropediatra, pneumologista, gastroenterologista, entre outros profissionais, conforme a necessidade clínica.
Cuidado contínuo e integrado
O ambulatório oferece atendimento longitudinal, garantindo que o paciente seja acompanhado ao longo do tempo pela mesma equipe ou por especialistas articulados entre si. Além das consultas médicas, o serviço conta com suporte de enfermagem, fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia, serviço social e nutrição. Também estão disponíveis exames diagnósticos realizados no próprio Hospital da Ilha, como tomografia, ressonância magnética, eletroencefalograma, espirometria e outros, além da administração ambulatorial de medicamentos específicos, quando indicados.
