Aqui você pode acompanhar as principais notícias das unidades de saúde da EMSERH
Fotos: Adeta Holanda
Celebrado em 9 de dezembro, o Dia do Fonoaudiólogo foi comemorado pelo Hospital Geral da Vila Luizão, nesta terça-feira (13), com uma programação voltada à melhoria na assistência do paciente hospitalizado. A unidade de saúde pertence à rede da Secretaria de Estado da saúde e é gerenciada pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH).
Como parte da programação, a equipe multiprofissional participou de palestras sobre ‘Reintrodução da via oral em pacientes com enteral’ e o uso do espessante alimentar. “É importante a equipe entender o processo desde a avaliação até a retirada da sonda colocada para alimentar um paciente. O profissional fonoaudiólogo é quem realiza a avaliação inicial, daí cabe analisar em um quadro de 24 a 48 horas e a etapa da dieta depende da resposta do paciente, até o desmame da sonda”, explicou a fonoaudióloga Ana Karoline Dutra.
Nutrição enteral é o nome que se dá a um tipo de tratamento destinado a indivíduos que não podem ou não conseguem se alimentar totalmente pela boca. Assim, esses pacientes recebem a alimentação por meio de um tubo ou sonda flexível.
Segundo a diretora administrativa, Shyrlene Martins, as capacitações são necessárias para melhorar a assistência aos pacientes do Hospital. “Há necessidade de estarmos adquirindo novos conhecimentos. Aqui é um hospital porta aberta e temos que estar preparados para receber todo paciente. Neste momento com o repasse de informações por parte do fonoaudiólogo e nutricionista, mas pensando sempre em auxiliar toda equipe médica”, pontuou.
Para o fisioterapeuta Danilson Brito a informação é essencial para o cuidado dos pacientes da unidade. “É fundamental essa troca de conhecimento, cada profissional tem sua área, entender o que o colega está fazendo. É de acordo com essa troca de conhecimento que conseguimos propor um tratamento mais eficaz, mais direcionado, mais correto e quem ganha é o paciente”, afirma.
A coordenadora da Equipe Multiprofissional do Hospital reforçou a relevância do momento. “É um tema de relevante importância multidisciplinar, pois a reintrodução a alimentação e desmame da sonda enteral precisam desse envolvimento dos profissionais, principalmente, do acompanhamento da fonoaudiologia”, disse Alexsandra Mesquita.
Fotos: Adeta Holanda
Por Vanessa Ribeiro
O casal Maria Pontes de Sousa, de 67 anos, e José de Ribamar de Sousa, de 77 anos, faz acompanhamento no Centro Especializado em Reabilitação e Promoção da Saúde (CER) do Olho d’Água, desde a inauguração, há oito anos. O equipamento é especializado em reabilitação física, intelectual e visual de crianças, adultos e idosos.
“Eu tinha uns problemas de saúde, artrose e osteoporose, comecei a fazer minhas atividades, já passei por todos os atendimentos e estou me sentindo bem. Quando vou aos médicos levar meus exames está tudo bem e devo muito isso ao tratamento que tenho aqui no CER”, contou a idosa.
“Aqui na verdade é uma grande família, todos humildes, dedicados uns com os outros. Eu tive um problema sério de saúde e hoje estou bem. O CER tem sido importante na minha recuperação”, exaltou o aposentado.
Leandro Câmara começou o tratamento no CER Olho d’Água aos 14 anos, hoje com 19 anos a família percebe a evolução clínica dele. “Leandro tem um problema de saúde mental, sofre com depressão e ansiedade, mas esse comportamento dele melhorou muito desde quando começou o tratamento aqui no CER. Ele falava e quase ninguém entendia, nem a própria família. Antigamente ele não falava com ninguém, ele tinha medo das pessoas, se falasse alto ele chorava, hoje isso não acontece, ele consegue fazer tudo praticamente normal, é uma evolução notória”, pontuou a irmã do paciente, Ana Caroline Câmara.
O presidente da EMSERH, Marcello Dualibe, ressalta o pioneirismo da unidade e a importância dela na vida de milhares de famílias que já passaram por lá ao longo desses oito anos. “Esta é uma data que merece ser celebrada. É extremamente gratificante ver a vida não só dos pacientes, mas de toda a família mudar por causa dos serviços ofertados no CER. Isso motiva muito o Governo do Estado a investir cada vez mais para garantir uma estrutura adequada e atendimento de qualidade aos pacientes”, disse.
A terapeuta ocupacional Helne Abreu trabalha na unidade desde o primeiro ano de funcionamento e destaca o quão gratificante é ver a evolução dos pacientes e, principalmente, receber o carinho deles. “É muito bom você contribuir com a reabilitação dessas pessoas. E não é só o paciente, nós colaboradores do CER percebemos a transformação na vida dos familiares, uma mãe, um filho, um irmão. É uma troca de amor e generosidade entre todos, entre os profissionais e as famílias. Se o paciente melhora a família melhora, a família é reflexo do usuário. Aqui nós damos tratamento de saúde, carinho e é gratificante recebermos o retorno dos pacientes e das famílias, com a recuperação, mas também com o carinho”, ressaltou.
Os pacientes que fazem acompanhamento na unidade contam com atendimento em especialidades como enfermagem, fisioterapia, fonoaudiologia, neuropediatria, nutrição, ortopedia, oftalmologia, psiquiatria, psicologia, psicopedagogia, serviço social e terapia ocupacional. Não há limite de idade para realizar tratamento no CER Olho d’Água.
Entre os vários avanços no equipamento de saúde destaca-se a inauguração do Centro para pessoas com Transtorno do Espectro do Autista (TEA), o Centro TEA, em 2017, que atende crianças com até 12 anos.
“O Centro de Reabilitação tem uma relevância muito grande para a população maranhense pelos serviços prestados durante esses oito anos. A unidade ao longo desse tempo se expandiu em oferta de serviços e estrutura física, o que nos permitiu aumentar o número de atendimentos. Portanto, perceber esses avanços, essa evolução beneficiando a população maranhense é muito gratificante”, ressaltou Ana Eugênia Furtado, Diretora Administrativa do CER Olho d’Água.
O Centro de Reabilitação do Olho d’Água integra a rede da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e é gerenciado pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH). Desde a abertura do serviço foram realizados 1.334.083 atendimentos.
A Policlínica de Imperatriz atingiu a marca de mais de 100 mil atendimentos no primeiro ano de funcionamento. A unidade, vinculada à rede da Secretaria de Estado da Saúde (SES), garante assistência ambulatorial para pacientes de 16 municípios da Região Tocantina.
A diretora geral da Policlínica de Imperatriz, Sandra Oliveira, destacou os avanços conquistados a partir da implantação do serviço há um ano, sobretudo, para moradores de áreas rurais. “A unidade está alcançando um grande número de pessoas que não tinham acesso a consultas com especialistas e exames de alta complexidade, inclusive, pacientes da zona rural”, disse a diretora geral.
Desde a inauguração, a unidade oferta consultas nas especialidades de cardiologia, ginecologia, nefrologia, oftalmologia, endocrinologista, dermatologia, urologia, ortopedia, psiquiatria, gastroenterologista, além de atendimento com serviço social, psicólogo, nutricionista e enfermagem. A Policlínica também garante exames laboratoriais, de citologia, biopsia, ecocardiograma, eletrocardiograma, holter, M.A.P.A, cirurgia de catarata, pterígio, mapeamento de retina, retinografia binocular, tonometria, endoscopia digestiva alta, colonoscopia, tomografia, RX, densitometria óssea, mamografia e ultrassonografia. Entre consultas e exames, a unidade garantiu 105.520 atendimentos.
O lavrador Oseas Oliveira Sousa foi um dos primeiros pacientes da unidade e não dispensa elogios ao tratamento recebido. “Aqui nós encontramos apoio e amor. Eu fiz um exame logo quando a Policlínica chegou na cidade e, desde então, é quase um ano fazendo esse acompanhamento da minha saúde. É hoje um símbolo de Imperatriz com tratamento padrão de qualidade”, destaca.
Já o músico Aurélio Nepomucena se surpreendeu com o atendimento durante a consulta oftalmológica. “Gostaria de agradecer pelo atendimento. Primeira vez que procurei a Policlínica e já fui muito bem atendido. Da recepção à equipe médica, fui muito bem assistido. Só tenho a agradecer a essa oportunidade proporcionada pela Policlínica de Imperatriz”, destacou.
Como parte da programação de aniversário, funcionários tiveram a oportunidade de compartilhar a experiência de trabalhar na unidade. “Fui recebido muito bem pelos profissionais. Eles me ajudaram e me fizeram sentir da família. A Policlínica tem essa característica, de trabalhar com excelência em prol da população. Agradeço a Deus e à Policlínica pela oportunidade de fazer parte dessa história”, declarou Joseano Oliveira Ferreira, técnico em Radiologia.
Atualmente, a rede estadual de saúde conta com 17 Policlínicas distribuídas em dez cidades. A unidade de Imperatriz é gerenciada pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH).
Fotos: Adeta Holanda
Por Vanessa Ribeiro
A Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH), realizou nos dias 06 e 07 de dezembro, em um hotel da capital, a reunião de Planejamento Estratégico 2023 – 2027, com todas as diretorias da empresa. Esta já é a terceira vez que a reunião é realizada, as primeiras foram em 2018 e final de 2021. O principal objetivo é traçar projetos e planos para melhorar cada vez mais os serviços ofertados à população.
“Em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde, a EMSERH desenvolve um trabalho fundamental, que é gerenciar unidades e serviços de saúde estaduais. É importante planejarmos nossas ações para que possamos prestar um serviço cada vez mais eficiente, integrado, sustentável, transparente e, acima de tudo, de qualidade. É dessa forma que o nosso usuário será merecidamente respeitado”, afirmou o presidente da EMSERH, Marcello Duailibe.
O diretor de Planejamento e Governança da EMSERH, Paulo Ronchi, ressalta que neste ano será feita uma revisão mais ampla, definindo a missão, visão e valores da empresa e para cada diretoria, para criar mais sinergia e gerar mais benefícios para a sociedade.
“A gente tá definindo o que é importante para empresa, para os próximos cinco anos, com ênfase no ano de 2023. Diante desses encontros nós vamos definir quais são nossos pontos fortes e fracos, as nossas ameaças e oportunidades e também definir quais são os principais planos de ação que vão possibilitar que a gente dê um salto de qualidade com os nossos serviços”, destacou o diretor.
Leandro Silva, gerente de Governança da diretoria de Planejamento e Governança, realizou, na abertura do evento, uma exposição sobre planejamento estratégico e no segundo momento, foi realizada uma oficina com os colaboradores para elaboração das diretrizes.
“A gente tem oportunidade de realizar um diagnóstico situacional da nossa rede EMSERH, identificando quais são as nossas potencialidades, fragilidades ainda existentes e, com isso, conseguir debater com os grupos técnicos das diretorias, para que a partir desse diagnóstico seja possível propor diretrizes que venham mitigar fragilidades e otimizar recursos e potencialidades que a gente tem”, pontuou.
Nos dois dias participaram integrantes das diretorias de Engenharia e Manutenção, Clínica, Administrativa e de Planejamento e Governança.
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