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Com Avança Mais Saúde, Governo contabiliza mais de 2 mil atendimentos em São José de Ribamar

Com Avança Mais Saúde, Governo contabiliza mais de 2 mil atendimentos em São José de Ribamar

Com o programa Avança Mais Saúde, o Governo do Estado contabilizou 2.292 atendimentos no município de São José de Ribamar neste fim de semana. Os serviços foram disponibilizados no sábado (18) e domingo (19) e incluíram consultas especializadas, exames preventivos, vacinação, entre outros, beneficiando moradores de bairros como Matinha, Quinta, Cidade Alta e Nova Terra.

“O Avança Mais Saúde passou pelo município de São José de Ribamar beneficiando moradores de várias comunidades. Ofertamos vários serviços, sobretudo clínica cirúrgica, considerando que, por conta da pandemia, ficamos com muita demanda reprimida. Com o programa, estamos disponibilizando essas consultas cirúrgicas, providenciando os exames e encaminhando as pessoas para atendimento na rede estadual de saúde”, destacou o secretário de Estado da Saúde, Tiago Fernandes.

O presidente da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh), Marcello Duailibe, enfatizou a importância do Avança Mais Saúde como uma estratégia para descentralizar os serviços em saúde. “Juntamente com a Secretaria de Estado da Saúde, temos levado saúde de qualidade para milhares de maranhenses com a expansão da nossa rede de saúde e também promovendo ações em pontos estratégicos”, reforçou Marcello.

Entre as especialidades ofertadas na ação estiveram a clínica geral, odontologia, dermatologia, ginecologia, urologia, mastologia, psicologia, além de testes rápidos, exames preventivos, vacinação, aferição de pressão e glicemia e orientações sobre o uso de plantas medicinais com o Programa Farmácia Viva.

“Fiquei sabendo da ação e aproveitei a oportunidade e ainda trouxe minha esposa e meu neto para se vacinarem e minha mãe também veio consultar. Como trabalho no trânsito, às vezes preciso ficar com a urina presa e vem o desconforto, mas já peguei o encaminhamento de alguns exames com o urologista e a prevenção é o mais importante. Estou feliz pela oportunidade”, ressaltou o rodoviário, Reginaldo Cardoso da Silva, morador do bairro Nova Terra.

A aposentada Maria Helena Lima Rocha, de 69 anos, procurou o local com o filho Alessandro Lima Rocha, de 43 anos, que precisa de uma cirurgia de hérnia. “Foi descoberta a necessidade de fazer essa cirurgia no início da pandemia e, por conta da Covid-19, não pode ser feita. Agora apareceu essa oportunidade. É muito bom, porque é a chance que precisávamos para agilizar o procedimento”, comemorou.

As ações do Avança Mais Saúde aconteceram na Escola Salustiano Andrade, no bairro da Matinha e os alunos também tiveram acesso aos serviços. “Conhecer o projeto Farmácia Viva era um desejo que eu já tinha. Saber lidar com medicamento e, o principal, como esses conhecimentos podem ajudar as pessoas mais necessitadas, até mesmo da minha família ou amigos”, disse a estudante Andresa Gabriele de Sousa Rodrigues, de 15 anos.

Lacen reúne profissionais de saúde para orientações sobre MonkeyPox

Lacen reúne profissionais de saúde para orientações sobre MonkeyPox

Por Julyana Mello

O Laboratório Central do Maranhão (LACEN-MA), por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), juntamente com o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) e com o apoio da Escola de Saúde Pública (ESP-MA) realizou um Webinar no início desta semana com o intuito de repassar orientações sobre o <em>MonkeyPox Virus. O encontro foi voltado aos profissionais de saúde do estado, para a identificação e o monitoramento de casos suspeitos no Maranhão. O caso suspeito de MonkeyPox que estava sendo investigado em São Luís foi descartado nesta sexta-feira (17), pela Secretaria de Estado da Saúde.

O encontro online, com participação de mais de 500 pessoas, dentre gestores de unidades de saúde, profissionais da área de infectologia e representantes de órgãos públicos que atuam na área da vigilância epidemiológica, e inúmeros profissionais da saúde do estado, abordou aspectos clínicos e diagnósticos da infecção humana pelo Monkeypox Virus, além da notificação e investigação epidemiológica, fluxo de diagnóstico da infecção, bem como orientações de Vigilância Sanitária em casos de monkeypox.

“Por se tratar de algo novo, é imprescindível que as informações divulgadas sejam baseadas em critérios técnicos e clínicos previamente estabelecidos. Dessa maneira, conseguiremos fortalecer as ações de identificação e monitoramento, bem como a vigilância dos casos suspeitos”, disse a superintendente de Epidemiologia da SES, Mayrlan Avelar.

A bioquímica do Laboratório Central do Maranhão (LACEN-MA), Mirtes Rocha, ressaltou a importância da coleta de amostras para diagnóstico. “Para o diagnóstico laboratorial é necessário que sejam feitas coletas simultâneas de amostras da secreção e/ou crosta das lesões, sangue e urina assim como swab nasal e orofaríngeo. As amostras clínicas possibilitam realizar o diagnóstico específico para monkeypox vírus, bem como realizar o diagnóstico diferencial. Após a análise e identificação de reações é que poderemos dar respostas conclusivas para a Vigilância Epidemiológica, a fim de darem condução precisa ao caso”, disse.

Segundo Jakeline Trinta Rios, coordenadora do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS), nesse cenário de vigilância epidemiológica da monkeypox, o CIEVS “vem realizando o monitoramento de rumores; elaboração e emissão de alertas e comunicados de risco; orientação às áreas técnicas e profissionais de saúde; e através desses webnars, vem monitorando possíveis casos em articulação com as demais áreas técnicas envolvidas”.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que mais de mil casos de varíola dos macacos (monkeypox) foram relatados em 29 países fora da África, onde a doença é endêmica. O Brasil teve o primeiro caso confirmado em São Paulo. No Maranhão, o caso suspeito investigado em São Luís foi descartado. O paciente segue em isolamento domiciliar aguardando diagnóstico do quadro infeccionou e a Secretaria de Estado da Saúde informou que o Maranhão permanece sem casos de Monkeypox.

De acordo com o Ministério da Saúde, no momento, o Brasil registra três casos confirmados, sendo dois em São Paulo e um no Rio Grande do Sul. Estão em investigação seis casos suspeitos. Todos seguem isolados e em monitoramento.

<strong>MONKEYPOX VÍRUS

O Monkeypox é um vírus que infecta roedores na África e macacos são provavelmente hospedeiros acidentais, assim como o homem. A infecção possui sintomas bem similares à varíola humana, porém com baixas taxas de transmissão e de letalidade. A transmissão da doença pode acontecer por contato próximo com pessoal ou animal infectado, através de lesões cutâneas e mucosas, fluidos corporais ou gotículas respiratórias.

<strong>SINTOMAS

Febre, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas, gânglios (linfonodos) inchados, calafrios, exaustão. Dentro de 1 a 3 dias (às vezes mais) após o aparecimento da febre, o paciente desenvolve uma erupção cutânea, geralmente começando no rosto e se espalhando para outras partes do corpo.

As lesões passam por cinco estágios e a doença geralmente dura de 2 a 4 semanas.

<strong>PROTEÇÃO

O uso de máscaras, o distanciamento e a higienização das mãos são formas de evitar o contágio pela varíola dos macacos.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforçou a adoção dessas medidas, frisando que elas também servem para proteger contra a Covid-19.

Governo realiza ação do Avança Mais Saúde em São José de Ribamar

Governo realiza ação do Avança Mais Saúde em São José de Ribamar

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), realiza, neste sábado (18) e domingo (19), mais uma ação do Programa Avança Mais Saúde, que oferece atendimentos de saúde aos finais de semana nas escolas da rede estadual, com triagem de pacientes para procedimentos cirúrgicos, exames laboratoriais e vacinação.

A ação deste fim de semana acontecerá no Centro Educa Mais Salustiano Trindade, localizado na Avenida Trindade, n° 316, no bairro da Matinha, em São José de Ribamar. Serão oferecidos testes rápidos, vacinação, atendimentos odontológicos no Sorrir Móvel, preventivo e consultas médicas nas especialidades de clínica médica, ginecologia, pediatria, dermatologia, urologia e cirurgia geral.

Para garantir o atendimento é necessária a apresentação do documento oficial, cartão do SUS e carteira de vacinação. No sábado, a ação acontece das 8h às 16h e, no domingo, os atendimentos serão oferecidos das 8h às 12h.

Policlínica do Diamante promove ação alusiva ao Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa

Policlínica do Diamante promove ação alusiva ao Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa

Por Vanessa Ribeiro

Idosos atendidos no Espaço Diabético e na cardiologia da Policlínica do Diamante, serviço vinculado à rede de unidades da Secretaria de Estado da Saúde, participaram de ações alusivas ao Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa. A unidade de saúde realizou palestras, vacinação, aferição de pressão e teste de glicemia.

“É importante a gente informar não apenas o idoso, mas também a família em relação aos direitos e, sobretudo, para que conheçam os tipos de violência a que estão sujeitos na rua ou até mesmo em casa”, pontou Cheslúzia Farias, diretora geral da Policlínica Diamante.

Atualmente, a unidade de saúde, gerenciada pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH), realiza cerca de 1.352 atendimentos por mês no Espaço Diabético e na cardiologia e a maioria dos pacientes tem idade acima de 60 anos.

Dona Maria de Jesus Nunes, de 83 anos, é uma das pacientes que aproveitou a ação para atualizar a carteira de vacinação e conhecer um pouco mais sobre seus direitos. “Eu acho muito bom participar de momentos como este porque a gente aprende um pouco mais sobre nossos direitos e também a identificar se está sendo vítima de algum tipo de violência”, afirmou a idosa.

Dona Rita Mara Silva, de 62 anos, também assistiu as palestras e aprovou a ação. “Eu acho muito importante a gente se inteirar das coisas. Hoje, aqui, além de entender mais sobre os tipos de violência que a gente está sujeita, aproveitei para tomar minha quarta dose da vacina contra Covid”, contou.

A coordenadora estadual da Política da Pessoa Idosa da Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop), Débora Jataí, foi uma das palestrantes e destacou que a maioria dos casos de violência contra o idoso ocorre dentro de casa. “O idoso é o veículo que a gente espera que, ao identificar, primeiro diga não e depois possa denunciar para as autoridades competentes para que essa pessoa que faz a violência seja punida. Muitas vezes é um familiar, o que dificulta mais a denúncia. Hoje é um dia que a gente não espera comemorar, mas infelizmente ainda é uma realidade mais do que dolorosa dentro das famílias onde os idosos estão”, ressaltou.

O promotor especializado na pessoa idosa, Augusto Cutrim, lembra que a população está envelhecendo, por isso é fundamental trazer à sociedade o conhecimento que existe violência contra este público. “Nós temos todo um contexto de violência que acaba implicando nesta população que, muito em breve, será o maior número no nosso país e no mundo. Atualmente existem mais idosos do que jovens com menos de 20 anos, então temos que nos preparar para receber esta população, para que possamos ter uma velhice digna, ativa, autônoma e independente”, ressaltou o promotor, que pontuou ainda que a promotoria recebe diariamente cerca de duas a três denúncias de violência contra a pessoa idosa.

<strong>Categorias de violência

Dentre as principais violências cometidas contra a pessoa idosa, estão a patrimonial financeira, que é quando as pessoas se apropriam do dinheiro e bens; a violência psicológica, quando o idoso não é ouvido ou não é lembrado pela família, o que pode causar doenças como depressão e outras comorbidades que começam por causa desse abandono familiar. Além da violência física, com beliscões, tapas ou até agressões mais graves.

<strong>Denúncias

Para denunciar a violência contra o idoso, basta procurar a Defensoria Pública, a Delegacia do Idosos ou ligar para o Disque 100.

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