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Governo atende mais de 2 mil pessoas com edições do Saúde na Praça em Açailândia e Imperatriz

Governo atende mais de 2 mil pessoas com edições do Saúde na Praça em Açailândia e Imperatriz

Por Daucyana Castro

Mais de duas mil pessoas foram atendidas, no último fim de semana, nas edições do Saúde na Praça realizadas pelo Governo do Estado nos municípios de Açailândia e Imperatriz. Em Imperatriz, a ação aconteceu no Centro de Convenções do município no sábado (4). Por lá, passaram 1.667 pessoas, o que resultou em mais de oito mil atendimentos em um único dia.

O secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, acompanhou os atendimentos e fez um balanço positivo das ações. “O Saúde na Praça é uma iniciativa para combater um dos efeitos da pandemia, que foi o represamento do Sistema de Saúde. Com controle da pandemia no estado, estamos intensificando os serviços para que a população tenha oportunidade de cuidar da saúde”, afirmou Carlos Lula.

O Saúde na Praça é um programa da Secretaria de Estado da Saúde do Maranhão executado em parceria com a Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH), que tem o objetivo de facilitar o acesso da população aos serviços de saúde.

“Estamos felizes por estarmos participando desse processo com a mesma capacidade e mesmo empenho fazendo com que esses serviços cheguem próximo da nossa população com qualidade e eficiência. Todo Saúde na Praça tem superado o anterior. Esse de Imperatriz foi gigante. Tivemos mais de 8 mil procedimentos. Mais de 1.600 pessoas foram encaminhadas para fazer cirurgias e, nesta semana, os procedimentos já começarão a ser realizados”, comemorou o presidente da EMSERH, Marcos Grande.

Em Imperatriz, o balanço aponta 1.613 atendimentos médicos, em especialidades como Urologia; Ortopedia; Cirurgia Geral; Ginecologia; Vascular e Risco Cirúrgico, além de 67 vacinas aplicadas e 89 Testes Rápidos (HIV, Sífilis e Hepatites) realizados. O Saúde na Praça também ofereceu realização de exames de imagens como Raio-X e Ultrassonografia.

<strong>Aprovação

A cuidadora de idosos Claudia Jeane Alves Veloso, de 48 anos, foi ao Saúde na Praça em Imperatriz para tentar uma cirurgia no joelho, por conta de problemas no menisco. Ela agradeceu a oportunidade. “Achei maravilhoso. Valeu a pena ter vindo. Eu estava esmorecida, mas deu tudo certo. Eu agradeço muito, porque eu estou assim há 6 meses. Meu joelho incha, dói, me impossibilita de ficar em pé por muito tempo. Eu estou impossibilitada de trabalhar por causa desse problema. Mas agora vai dar certo”, disse.

O caminhoneiro Argeu Gomes Lima, de 46 anos, também elogiou a iniciativa. “É a melhor coisa que eu já vi nos últimos tempos. Eu mesmo estou esperando por essa cirurgia urológica há muito tempo. E a condição financeira não deu pra fazer. Isso aqui foi mandado por Deus”, disse o caminhoneiro.

Quem também voltou para casa feliz da vida foi o agente de saúde Marcos dos Santos, de 45 anos. Ele comemorou ter saído da ação com a cirurgia de vesícula agendada. “Graças a Deus já deu tudo certo. Foi a melhor coisa do mundo que o Governo fez hoje. Tem muita gente sofrendo demais precisando”, elogiou.

<strong>Açailândia

Em Açailândia, o Saúde na Praça aconteceu na sexta-feira (3), na Policlínica do município. Foram realizados 5.167 procedimentos, entre eles Risco Cirúrgico; Exames Laboratoriais; Mapeamento de Retina; Tonometria; Dilatação de Pupila, entre outros, além de identificação de pacientes para cirurgia de catarata e para cirurgia de pterígio. Os pacientes que passaram pela triagem cirúrgica em Açailândia serão operados nos dias 10 e 11 de dezembro.

Com o Saúde na Praça, Governo leva atendimentos oftalmológicos a mais de 600 pessoas em Açailândia

Com o Saúde na Praça, Governo leva atendimentos oftalmológicos a mais de 600 pessoas em Açailândia

Por Daucyana Castro

Com a realização do Programa Saúde na Praça, o Governo do Estado levou, nesta sexta-feira (3), atendimentos oftalmológicos a mais de 600 pessoas em Açailândia, distante 562 km da capital São Luís. Executado em parceria com a Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH), o programa tem o objetivo de facilitar o acesso da população aos serviços de saúde.

O atendimento ocorreu na Policlínica, unidade que compõe a rede estadual de saúde. O vice-governador Carlos Brandão e o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, acompanharam os atendimentos, junto com uma comitiva de autoridades locais e deputados.

“É uma oportunidade ímpar para essas pessoas, permitir que elas possam enxergar, brincar com seus netinhos. Sentimos que a demanda aumentou. Açailândia é uma cidade grande e por isso aumentamos a oferta. Esse trabalho dá dignidade e cidadania às pessoas. O Governo do Estado tem esse foco, de cuidar da saúde das pessoas. Nosso governo tem um olhar individual para cada cidadão”, afirmou Carlos Brandão.

“Era muito aguardado esse mutirão oftalmológico aqui em Açailândia. Nós começamos com 200, depois 400, chegamos a 600 pessoas atendidas aqui para fazer cirurgias. Muitos estavam esperando há tempos por essa cirurgia. Vamos continuar cuidando das pessoas. Viva Açailândia, viva o SUS, viva o Maranhão!”, completou o secretário Carlos Lula.

Durante a ação, os pacientes passaram por exames como risco cirúrgico; exames laboratoriais; mapeamento de retina; tonometria; dilatação de pupila e identificação de pacientes para cirurgia de catarata e para cirurgia de pterígio. Os pacientes que passaram pela triagem cirúrgica serão operados nos dias 10 e 11 de dezembro.

“Mais uma edição de sucesso do Saúde na Praça. Antes das 10h da manhã, já tínhamos atendido mais de 300 pessoas. É um programa já consolidado, em regime de mutirão, que tem ajudado muito a agilizar os atendimentos em saúde que ficaram represados na pior fase da pandemia”, pontuou o presidente da EMSERH, Marcos Grande.

<strong>Aprovação

A aposentada Noemi Teixeira de Jesus, de 70 anos, foi à Policlínica de Açailândia e quando viu a movimentação do Saúde na Praça aproveitou e ficou. Ela precisa de cirurgia de catarata e pterígio. “Eu sinto dores e letras miúdas já não enxergo. Quando cheguei de manhã e vi o mutirão fiquei surpresa. Foi um milagre de Deus, porque ninguém tem dinheiro para operar particular”, disse a aposentada.

Antônio Santana, de 72 anos, de Santa Luzia, chegou em busca de atendimento para uma cirurgia de catarata. “Achei excelente essa ideia. Estou pedindo a Deus que dê tudo certo. Já não estou mais enxergando direito e preciso o tempo todo andar com acompanhante”, contou.

Governo promove atividades alusivas ao Dezembro Vermelho no Hospital Presidente Vargas

Governo promove atividades alusivas ao Dezembro Vermelho no Hospital Presidente Vargas

Referência no tratamento de HIV/Aids no Maranhão, o Hospital Presidente Vargas realizou, nesta quinta-feira (2), uma ação para marcar o início da Campanha Dezembro Vermelho na unidade. Com o tema “Vamos combinar? O rolê não pode parar”, a campanha chama atenção para a prevenção ao HIV/Aids e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs).

O evento contou com a participação da direção e profissionais que prestam serviço na unidade, de representantes da Secretaria Estadual de Saúde (SES), da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH), que administra o Hospital Presidente Vargas, além de representantes de movimentos sociais como o Fórum Aids, Casa de Apoio Acolher e do Departamento das DSTs/Aids.

“Nosso objetivo é destacar a importância da conscientização e da sensibilização em relação à prevenção das DSTs/Aids, bem como a preocupação que nós estamos tendo notadamente neste ano com a pouca ênfase que está sendo dada às mídias referentes à prevenção. Existe uma preocupação com a alta no número de casos, principalmente na faixa etária entre os jovens”, pontuou Leyna Lima, diretora geral do Presidente Vargas.

Ao longo do mês, estarão sendo realizadas atividades nos ambulatórios da unidade, ações que já são realizadas durante todo o ano, mas que são intensificadas no mês de dezembro por conta da campanha. Além disso, as equipes do Hospital Presidente Vargas estarão em outras unidades de saúde dialogando com os profissionais de saúde para expor a importância do debate envolvendo as ISTs/Aids.

“As rodas de conversa vão trabalhar a questão das linhas de cuidados do HIV nas unidades de saúde com os profissionais de saúde e também a questão do acolhimento e do estigma, de forma que os profissionais de saúde estejam sensibilizados e aptos a acolher, orientar e dar um atendimento humanizado e de qualidade à pessoa convivendo com Aids”, reforçou Leyna Lima.

<strong>Serviço

O Presidente Vargas é o hospital estadual de referência para o diagnóstico e tratamento de HIV e Aids, tuberculose e doenças tropicais. A unidade dispõe de atendimento ambulatorial e internação através da Central de Regulação de Leitos em enfermaria e UTI adulto.

Entre os serviços realizados na unidade estão: testagem rápida HIV, sífilis, hepatite B e C; aconselhamento pré e pós teste HIV; Profilaxia Pós-Exposição (PEP) de risco à infecção pelo HIV, infecções sexualmente transmissíveis e hepatites virais – sexual e ocupacional; Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) de risco à infecção pelo HIV. Há também distribuição de materiais de prevenção: informativos, gel lubrificante e preservativos masculino e feminino; agendamento de exames de acompanhamento (carga viral e contagem de CD4+/CD8+); tratamento da infecção latente da tuberculose; atendimento multidisciplinar com Infectologista, Enfermagem, Psicologia, Serviço Social, Nutrição, Oftalmologia e Odontologia para pacientes em tratamento de HIV/Aids; dispensação regular de medicamentos; administração de medicamentos injetáveis para pacientes acompanhados na unidade, em tratamento de sífilis e profilaxia secundária da leishmaniose visceral em pessoas com infecção pelo HIV e consulta médica com infectologista para acompanhamento de HTLV.

Laboratório Central do Maranhão e Fiocruz firmam parceria para aprimorar análise de amostras para a detecção da Covid-19

Laboratório Central do Maranhão e Fiocruz firmam parceria para aprimorar análise de amostras para a detecção da Covid-19

Profissionais do Laboratório Central do Maranhão (Lacen) estão participando de um treinamento para o uso de tecnologias mais modernas para a identificação de variantes virais como, por exemplo, as do SARS-CoV-2, que causa a Covid-19. O treinamento acontece em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O intuito é agilizar a análise das amostras e melhor definir o cenário da pandemia no estado. Nesta quinta-feira (2), membros da Fiocruz estiveram com o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula.

“Desde o início da pandemia, o Estado está investindo no aperfeiçoamento do Lacen, que tem tido um papel fundamental no combate à pandemia. Esse treinamento, com uma referência nacional que é a Fiocruz, tem o objetivo de qualificar ainda mais esse trabalho que vem sendo realizado e os estudos que estão em desenvolvimento acerca da Covid-19”, destacou Carlos Lula.

O diretor geral do Lacen, Lídio Gonçalves Lima Neto, ressaltou a importância do treinamento. “Devemos seguir vigilantes. Somos um estado turístico, recebemos turistas do Brasil inteiro e de todas as partes do mundo. Desta forma, precisamos estar atentos e evitar a disseminação de novos vírus, principalmente em um momento pandêmico que estamos vivendo. É preciso também entender o quanto as variantes estão sendo controladas pela vacinação”, pontuou.

No Nordeste, além do Maranhão, estão sendo acompanhados e servindo como base para estudos os estados de Pernambuco e Bahia. O treinamento vai possibilitar que o Lacen possa fazer o sequenciamento genético, checar amostras, sem ter que fazer o encaminhamento a outros laboratórios. Ou seja, o tempo de resposta será mais rápido. Os laudos que chegavam a demorar entre 15 a 20 dias para serem emitidos, passarão a ser divulgados em menos tempo.

“O que a gente sempre faz nos nossos projetos é ir até os laboratórios e em vez de levar amostras, captar amostras, trabalhamos junto com eles, treinando no sequenciamento genético, utilizando um sequenciador de última geração que pode gerar em cada rodada de sequenciamento 96 genomas. Ou seja, a gente consegue sequenciar o vírus de 96 indivíduos e em torno de três dias podemos emitir o resultado”, explicou Luiz Alcântara, pesquisador Sênior da Fiocruz.

O encerramento do treinamento acontece nesta sexta-feira (3), com apresentação de resultados de estudos e análises realizadas durante o treinamento.

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