Aqui você pode acompanhar as principais notícias das unidades de saúde da EMSERH
Por Daucyana Castro
Iniciando a programação do Setembro Amarelo, a Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH), ciente da importância de abordar este assunto com seus colaboradores, realizou nesta terça-feira (14), na sede, uma palestra sobre plantas medicinais com foco na saúde mental.
“Talvez seja cedo falar do legado da pandemia até porque ainda estamos nela. Mas falar abertamente sobre saúde mental vai ser um dos legados. Nunca se falou tanto, nunca se sentiu tanto, porque todos nós temos vivido essas dores, as pessoas próximas a nós, nossos colaboradores, os pacientes nas unidades. Esse é um tema recorrente e não está sendo recorrente à toa. É um assunto que a gente precisa tratar com cuidado, olhar o próximo, ouvir, falar abertamente. A Emserh é sensível ao tema. Já trouxe outras vezes essa temática para os nossos colaboradores e vamos continuar trazendo porque é de fundamental importância para todos nós”, pontuou a diretora de Recursos Humanos da EMSERH, Janyr Carvalho.
A palestra teve como tema “Plantas Medicinais Adjuvantes na Saúde Mental” e foi ministrada pela farmacêutica Kallyne Bezerra, coordenadora estadual do Programa Farmácia Viva Hortos Terapêuticos do Maranhão.
“As plantas medicinais no contexto da saúde mental têm sido o carro chefe para muita gente, porque as plantas trazem menos efeitos colaterais e não causam dependência. E aí as pessoas passam a utilizar as plantas porém muitas utilizam de forma errada. A intenção é que se utilize a planta correta para ansiedade, para depressão, para insônia e temos plantas medicinais para tudo isso. Desde a pandemia, com a ansiedade, as angústias, o medo de morrer, as plantas medicinais têm sido esse acalento, um exemplo disso é a melissa, o alecrim, a colônia, a folha do alface. Com certeza só bons resultados e menos efeitos colaterais”, explicou a palestrante.
O executivo administrativo da EMSERH, Ricardo Costa, participou da palestra e elogiou a iniciativa. “Essa palestra veio para reforçar a importância de que nós temos que ter saúde plena. A Emserh está de parabéns pela iniciativa. Aprendemos muito sobre as plantas medicinais”.
<strong>SETEMBRO AMARELO
Setembro Amarelo é o mês dedicado à prevenção do suicídio. É uma campanha, que teve início no Brasil em 2015, e que visa conscientizar as pessoas sobre o suicídio, assim como evitar o seu acontecimento.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 32 pessoas se suicidam por dia no Brasil.
Por Daucyana Castro
O Governo do Estado celebrou, nesta segunda-feira (13), dez anos de funcionamento da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Cidade Operária. A unidade compõe a rede estadual de Saúde e é gerenciada pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH). A UPA Cidade Operária tem recebido investimentos da atual gestão para aperfeiçoar o atendimento aos usuários dos serviços públicos de saúde.
O secretário de Estado da Saúde Carlos Lula esteve presente na comemoração e, na oportunidade, agradeceu a todos os profissionais e à direção da unidade. “Tenho um carinho muito grande por essa unidade. Foi onde pela primeira vez entrei numa área vermelha, entendi o fluxo de atendimento. Essa unidade vem sendo aprimorada, melhorada, e temos certeza que essa unidade é melhor hoje do que no início. Essa é a tarefa de todo dia: melhorar, e ainda temos um longo caminho a trilhar”, disse o secretário.
A comemoração contou também com a presença do presidente da EMSERH Marcos Grande. “Essa unidade de saúde chama atenção, não só pelo trabalho que é realizado todos os dias, mas também pelo nível de importância, pela forma como se posiciona dentro da rede pública de saúde, atendendo a quem mais precisa e cumprindo um papel fundamental no enfrentamento à pandemia”, disse Marcos Grande.
A UPA disponibiliza atendimento de urgência e emergência nas especialidades de Pediatria, Clínica Médica e Odontologia, com 25 leitos distribuídos entre Observação Pediátrica, Observação Adulta (Sala Amarela) e Observação Adulta (Sala Vermelha).
“Tenho 11 anos de formado e trabalho há oito anos nessa unidade. Criamos um vínculo com essa unidade e com a comunidade também. Muito feliz por ter visto essa unidade de saúde crescer e ver os profissionais crescerem também. É uma unidade que tem muita história”, destacou o diretor clínico da UPA Cidade Operária, Guilherme Carneiro Aguiar.
A UPA da Cidade Operária recebe pacientes de vários bairros adjacentes, como Vila Janaína/Riod, Cidade Olímpica I e II, Jardim Tropical, Santa Clara, Jota Lima, Residencial Alexandra Tavares, Nice Lobão, Maiobinha, Jardim São Cristóvão, Ipem São Cristóvão, entre outros.
<strong>Investimentos
Nos últimos dois anos foram 176.135 atendimentos. Por dia, são atendidas em média cerca de 350 pessoas, chegando a 10 mil atendimentos mensais. Em agosto deste ano, o Governo do Maranhão entregou aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) uma reforma na UPA Cidade Operária, que incluiu ampliação e climatização da recepção, com capacidade de comportar até 40 pessoas.
“Nestes 10 anos de funcionamento, sendo oito na gestão do governador Flávio Dino, a UPA Cidade Operária avançou em significativas melhorias assistenciais e estruturais, desde reforma e ampliações de salas, bem como a aquisição de novos equipamentos”, apontou a diretora administrativa da UPA, Sílvia Helena Soeiro.
O vigilante Marcelo Barbosa Coutinho, 48 anos, elogiou o cuidado que recebeu na unidade de saúde. “Eu não conhecia essa UPA. Nunca tinha vindo aqui. Fui bem atendido. Ninguém gosta de estar doente, mas perto dos hospitais que já andei aqui tá muito bom”, disse o vigia.
Por Daucyana Castro
O Governo do Maranhão vacinou, entre os dias 10 e 12, mais de duas mil pessoas no mutirão da segunda dose na Cidade Olímpica. A ação foi organizada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) em parceria com a Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH) para que as pessoas que tomaram a primeira dose em junho pudessem completar o ciclo de imunização contra a Covid-19. 2.248 pessoas foram vacinadas neste primeiro fim de semana da ação.
A segunda etapa do mutirão acontecerá no sábado (18) e no domingo (19), das 8h às 16h, também no Centro Educa Mais Padre José Bráulio Sousa Ayres. O presidente da EMSERH, Marcos Grande reforçou a importância de tomar a segunda dose e convocou a comunidade para comparecer no próximo fim de semana.
“A Cidade Olímpica era um dos bairros com menor índice de vacinados com a primeira dose. Reforçamos o compromisso do Governo do Estado ao criar ações para mudar essa realidade, tendo como base a universalidade do SUS enquanto direito de todos e para todos. O ciclo da imunização só se completa com a segunda dose. Então, pedimos às pessoas que não deixem de se vacinar. No próximo final de semana teremos mais uma mobilização”, afirmou Marcos Grande.
A dona de casa Gracineia Gomes Silva, de 46 anos, conta que nunca pegou a doença e que a segunda dose é importante para evitar a Covid-19. “Tomar a segunda dose é importante para ficar imunizado. Não é brincadeira. A Covid está aí, e a gente tem que se prevenir”, disse a dona de casa.
José de Ribamar Pereira, de 52 anos, também voltou ao local para completar o ciclo de imunização. “É tão importante tomar a segunda dose. A doença é real, é coisa séria. Vim tomar a minha segunda dose e se tiver a terceira eu quero. É só uma beliscadinha, nem dói”, completou José de Ribamar.
A primeira etapa de vacinação ocorreu entre os dias 15 e 18 de junho deste ano no mesmo local. No total, 11.300 pessoas receberam a primeira dose do imunizante.
FONTE: SES / MA
Nos dias 10, 11, 12, 18 e 19 de setembro, a Secretaria de Estado da Saúde realiza o Mutirão da Segunda Dose contra a Covid-19, no bairro da Cidade Olímpica, em São Luís. A ação acontece no Centro Educa Mais Padre José Bráulio Sousa Ayres e pretende imunizar as pessoas que receberam a primeira dose em junho deste ano.
“Já são mais de 4 milhões de maranhenses vacinados com a primeira dose em todo o estado, contudo, ainda temos um número pequeno de pessoas com o ciclo completo de imunização, menos de 2 milhões. Dessa forma, o nosso esforço é para aumentar esse quantitativo fazendo o chamamento da população para receber a vacina, a fim de termos de controlar a doença no estado”, disse o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula.
Durante os cinco dias, o Mutirão da Segunda Dose funciona das 8h às 16 horas. Ao chegar no local, o indivíduo deve ter em mãos CPF, Cartão do SUS e de aplicação da primeira dose.
No mês de junho, quando o Governo do Estado realizou o Arraial da Vacinação da Cidade Olímpica, o objetivo foi oportunizar que pessoas residentes em locais distantes dos grandes centros pudessem ter acesso à vacina. Nesta segunda etapa, a iniciativa vai contribuir para o aumento do percentual de imunizados contra a Covid-19 no Maranhão.
De acordo com Tainara Lima, de 27 anos, a alegria define o momento. “O sentimento é de felicidade com gratidão. Eu já estava ansiosa por esse dia e essa oportunidade da segunda dose mais próxima da gente é muito importante, principalmente para nós do bairro”, afirmou.
Para Amarildo Cantanhede, de 40 anos, é uma conquista que beneficia a todos. “A sensação é de alívio, ainda mais porque a doença já levou a vida de muitos. Da minha família só faltava eu receber a segunda dose, então agora posso dizer com tranquilidade que todos estamos protegidos”, destacou.
Presente na abertura do mutirão, o presidente da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh), Marcos Grande, reforçou a expectativa de vacinar mais de 13 mil pessoas. “A Cidade Olímpica era um dos bairros com menor índice de vacinados com a primeira dose. Neste início da segunda etapa, reforçamos o compromisso do Governo do Estado ao criar processos para mudar essa realidade, tendo como base a universalidade do SUS enquanto direito de todos e para todos”.
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