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Wesley Silva, que nasceu às 10h15 desta quarta-feira (11), por meio de uma cesariana e pesando 4,4Kg, é o segundo filho da dona de casa Eloíde Araújo de Oliveira, de 25 anos, e do lavrador Warllison Silva, de 24 anos. Eloíde foi a primeira gestante atendida pelo Centro Obstétrico do Hospital Regional de Santa Luzia do Paruá, entregue pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Estado da Saúde, nesta terça-feira (10).
“Só tenho a agradecer pelo atendimento dado à minha esposa no Hospital Regional de Santa Luzia do Paruá. Nós fomos muito bem atendidos pelos médicos e enfermeiros, nem tenho explicações para a recepção que tivemos aqui”, diz Warllison Silva, que conta ainda que se a ala obstétrica não tivesse sido entregue na unidade, teria que levar a esposa para dar à luz na cidade de Nova Olinda.
O Centro Obstétrico da unidade, que atende gestantes de baixo risco, tem capacidade de realizar até 18 partos por dia. O equipamento vai contribuir para a continuidade da redução da mortalidade materna no estado.
O secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, destaca a união de esforços para a melhoria do atendimento à população. “Precisamos atuar em conjunto. O serviço de saúde não existe só do estado ou do município, ele é realizado de forma conjunta, regionalmente e de mãos dadas. Eu fico muito feliz, pois conseguimos entregar a Ala Materna do Hospital de Santa Luzia do Paruá e, novamente, estamos tendo crianças nascendo na cidade, uma satisfação para todas as mães do município e região”, destaca o secretário Carlos Lula.
Satisfação confirmada pela dona de casa Andressa da Silva Conceição, de 23 anos. Moradora de Santa Luzia do Paruá, a gestante de 38 semanas aguarda a chegada de um menino chamado Ezequiel. “Eu fiquei muito feliz com a entrega do Centro Obstétrico; estava na expectativa de que a inauguração fosse antes do nascimento do meu filho. Estou muito feliz em saber que terei meu filho aqui mesmo na minha cidade e com essa estrutura”, comemora a futura mamãe.
A próxima parada da Unidade Móvel do Hemomar será no bairro da Vila Nova, na Área Itaqui-Bacanga. A coleta está marcada para esta quinta (12) e sexta-feira (13), das 8h às 17h, o ponto de coleta será na Praça da Família, recém-inaugurada pelo Governo do Estado.
Segundo a diretora geral do Hemomar, Clícia Galvão, as coletas externas têm ajudado a manter os estoques de bolsas do hemocentro relativamente equilibrados.
“Atualmente, quem mais nos salva é a coleta externa, pela falta de doadores mesmo, precisamos captar mais doadores, nossos estoques estão operando em baixa. Por isso que todos os meses organizamos um calendário de coletas externas e sempre estamos em busca de novos e mais parceiros”, frisou.
O ônibus do Hemomar de coleta externa foi entregue recuperado e reformado em fevereiro deste ano, ganhando novos equipamentos e adequando-se às mudanças sanitárias e de segurança. É equipado com toda a estrutura necessária para a doação segura de sangue, como setor de triagem, consultórios, cadeiras de doação, lanchonete e espaço de recuperação.
No mês de agosto, no Hemomar, diariamente estão sendo coletadas de 110 a 140 bolsas de sangue, é menos da metade da quantidade mínima aceitável para atender toda a demanda do estado, que seriam de 300 bolsas de sangue coletadas por dia. Atualmente, praticamente todos os tipos de sangue estão com estoques em uma situação crítica.
“A coleta externa acontece durante todo o ano e não pode parar mesmo em meio à pandemia, pelo contrário, devemos nos fortalecer nesta luta para ajudar nossos semelhantes que precisam de sangue. A demanda é constante e o trabalho sempre é com o objetivo de renovar o nosso estoque de bolsas de sangue”, ressaltou a coordenadora da coleta externa do Hemomar, Valma Costa.
Ao completar três anos de assistência em saúde, o Hospital Regional de Chapadinha alcançou quase 20 mil sessões de hemodiálise realizadas ao longo de três anos. E foi nessa mesma unidade da rede da Secretaria de Estado da Saúde (SES) que a dona de casa Ana Maria Sousa e Silva, de 40 anos, recebeu cuidados especializados. “Consegui minha cirurgia aqui no hospital. Fui bem recebida, fiz minha operação e agora estou me recuperando”, comemora a paciente que foi submetida a uma cirurgia de vesícula na primeira semana de agosto.
Assim como dona Ana Maria, centenas de maranhenses, oriundos de 27 municípios do estado, têm encontrado no Hospital Regional de Chapadinha uma assistência pública de qualidade. A unidade hospitalar é referência na região leste, oferecendo à população atendimento cirúrgico, exames, consultas médicas especializadas e serviço de hemodiálise. A unidade completa três anos de funcionamento nesta quarta-feira (11).
“Tenho absoluta certeza que o Hospital Regional de Chapadinha cumpre um papel essencial para o povo maranhense. E é nesse conjunto de grande esperança que renovamos o compromisso com os avanços alcançados, a proteção a vida e o fortalecimento do SUS”, frisou o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula.
O hospital, que integra a rede de saúde da SES, é gerenciado pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh). “O Hospital Regional de Chapadinha cumpre um papel muito importante, garantindo acesso à saúde à população da região. Foi um dos compromissos que o governador Flávio Dino cumpriu de forma exemplar, pois, além do atendimento ambulatorial e cirúrgico, possui o serviço de hemodiálise. Um hospital completo e eficiente”, afirmou o presidente da Emserh, Marcos Grande.
Em três anos de funcionamento, foram realizadas na unidade 4.675 cirurgias, sendo 1.242 na área de ortopedia e 3.433 na área de cirurgia geral e especialidades.
O Serviço de Apoio Diagnóstico e Terapêutico registrou 275.524 exames realizados, entre eles diagnóstico de laboratório clínico (225.404), radiologia (22.816), endoscopia (9.050), ultrassonografias (7.090), tomografias computadorizadas (5.428), eletrocardiografias (1.847) e mamografias (3.889), além de 19.847 sessões de hemodiálise realizadas ao longo de três anos. E a expectativa do hospital é aumentar o número de especialidades ofertadas com a inclusão de ginecologia e pediatria.
“O Hospital Regional de Chapadinha é de suma importância para essa região, ofertando a continuidade do cuidado, realizando procedimentos de média e alta complexidade, composto por uma equipe de excelência. Além de aproximar os serviços da população, diminui a espera e aumenta a resolubilidade da atenção básica e especializada ambulatorial”, destacou a diretora geral do hospital, Flávia Roberta Fernandes Marinho.
<strong>Assistência
O hospital possui 60 leitos – 12 deles de UTI -, quatro salas de cirurgia, atende pacientes de Chapadinha, Anapurus, Mata Roma, São Benedito do Rio Preto, Belágua, Vargem Grande, Urbano Santos, entre outros.
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), ampliou o serviço de marcação de consultas online para atendimento no Hospital de Câncer do Maranhão. Por meio de contato via aplicativo de mensagem (WhatsApp), os pacientes poderão fazer o agendamento de consultas especializadas na unidade de referência estadual.
“A oferta deste serviço tem como finalidade a ampliação do número de pacientes atendidos, sendo, portanto, uma forma que a Secretaria de Estado da Saúde encontrou para que mais pessoas tenham acesso a consultas especializadas. Por esse motivo é que idealizamos esta ferramenta, a fim de garantir o resultado clínico o mais rápido possível”, disse o secretário adjunto de Atenção em Saúde da SES, Carlos Vinícius de Araújo.
<strong>Agendamento
Para consulta de primeira vez, a marcação pode ser feita pelo número (98) 98405-8751, acionado via aplicativo (WhatsApp), ou presencial. Nos casos de consulta de retorno, o paciente pode agendar pelo telefone (98) 3218-8600.
A marcação funcionará das 7h às 17h, sempre de segunda a sexta. O atendimento ao público será realizado pela própria equipe do hospital, no mesmo horário. Para o agendamento, o usuário deve ter em mãos Cartão do SUS, documento com foto, comprovante de residência e o exame sugestivo, podendo ser de imagem, laboratorial e/ou biópsia.
<strong>Especialidades
As especialidades disponíveis para agendamento de consulta no Hospital de Câncer do Maranhão são: cirurgia de cabeça/pescoço, mastologia, hematologia, urologia, ginecologia, cirurgia geral, neurocirurgia, dermatologia e ortopedia oncológica. Os exames complementares também serão incluídos, tais como de imagem (tomografia, ressonância, endoscopia, colonoscopia) e laboratoriais.
O atendimento tem como objetivo assistir pessoas que ainda não são pacientes do Hospital de Câncer do Maranhão e que estão em processo de diagnóstico. A unidade realiza cerca de 2.500 consultas médicas e 3.500 exames de imagem por mês.
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