EMSERH Logo Mobile

Direto das Unidades

Aqui você pode acompanhar as principais notícias das unidades de saúde da EMSERH

Policlínica Diamante realiza ação junina em alusão ao Dia Nacional do Diabetes

Policlínica Diamante realiza ação junina em alusão ao Dia Nacional do Diabetes

Antecipando o Dia Nacional do Diabetes, celebrado no dia 26 de junho, a Policlínica Diamante realizou, nesta sexta-feira (25), uma ação de conscientização para a importância de ter bons hábitos de vida para evitar desenvolver a doença. A atividade da unidade que integra a rede estadual de saúde também foi uma forma de incentivar os pacientes diabéticos a manterem os cuidados para controle da doença. A ação aconteceu em ritmo junino, com lanche balanceado e adaptado aos diabéticos.

“Temos um trabalho de educação continuada com os pacientes de diabetes, para eles entenderem como lidar com a doença. Esta ação também é importante para divulgar o serviço de referência ofertado à população. É uma doença controlável e evitável, e com relação direta com hábitos de vida”, explicou a diretora geral da unidade, Ana Flávia Lustosa.

A Policlínica Diamante conta com um serviço referência no estado: o Espaço do Diabético, que atualmente possui 7.375 pacientes ativos. Além disso, cerca de mil pacientes recebem mensalmente insulina na unidade. O espaço oferece atendimentos com endocrinologista, nefrologista, oftalmologista, angiologista e outras especialidades que complementam o tratamento dos pacientes com a diabetes.

Alexandrina Barbosa da Silva comparece frequentemente ao Espaço do Diabético com o filho Ítalo Emanuel, de 11 anos. Aos 2 anos, ele foi diagnosticado com Diabetes tipo 1 e precisa usar insulina, que recebe gratuitamente no local, como parte do tratamento. “Meu filho vinha reclamando muito que não podia participar do São João, e ficou muito feliz de ser recepcionado dessa forma hoje. Gostamos da bela recepção. Viva o São João!”, comentou.

O Diabetes Mellitus (DM) é uma síndrome metabólica de origem múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade de a insulina exercer adequadamente seus efeitos. O hormônio é responsável por manter o controle no sangue do açúcar ingerido, por isso sua falta provoca as altas taxas de açúcar no sangue (hiperglicemia) de forma permanente.

Segundo a médica endocrinologista e coordenadora do Programa Estadual de Educação em Diabetes, Fernanda Thome, a diabetes é uma doença muito prevalente no país, que pode causar outras doenças associadas, como problemas renais e até cegueira. Daí a importância de conscientizar as pessoas para os cuidados que precisam ser tomados, sobretudo por parte das pessoas que têm predisposição à doença.

“Pessoas com hipertensão, sobrepeso e obesidade, histórico familiar de diabetes, hábitos de vida sedentários e alterações do colesterol são um grupo de risco para a doença. O recomendado é ter hábitos de vida saudáveis, praticar uma atividade física regular, vigiar as taxas de forma periódica e fazer check-ups regularmente”, recomenda a médica.

Recuperados da Covid-19 têm alta médica do HCI em ritmo junino

Recuperados da Covid-19 têm alta médica do HCI em ritmo junino

“A festa está muito linda”. Foi encantado com a animação junina que José Raimundo Costa, de 72 anos, deixou, recuperado da Covid-19, o Hospital de Cuidados Intensivos (HCI). Em clima de São João, ele e outros oito pacientes tiveram alta, nesta sexta-feira (25). A unidade, que foi entregue pelo Governo do Estado para reforçar o combate à pandemia, é referência em assistência a pacientes com a doença no Maranhão.

“Somos o hospital do Maranhão que mais recebe pacientes com a Covid-19, realizamos diariamente de 10 a 15 altas. Esse é um hospital que veio para ajudar a população de todo o Maranhão. Aqui, fazemos questão de mostrar aos pacientes a qualidade do serviço SUS, que é alegria, é trabalho e é dedicação”, disse o diretor clínico do HCI, Marcus Grangeiro.

Para as altas desta sexta-feira (25), um cenário especial: bandeirinhas de São João, quadrilha junina com funcionários e pacientes de alta médica e muita animação.

O diretor administrativo da unidade, Luís Henrique Malfitano, destacou que as altas médicas dão fôlego de esperança aos profissionais que atuam na unidade. “O HCI é referência em tratamento da Covid-19. Toda alta é uma alegria e nos motiva a seguirmos firmes na luta. Uma alta especial assim é animador para todos nós. Nós vamos vencer”, completou Luís Henrique.

Os pacientes do HCI contam com equipe médica e multidisciplinar que inclui médicos especializados, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais e outros. O Hospital de Cuidados Intensivo possui atualmente 141 leitos de enfermaria e 82 de UTI. A unidade é gerenciada pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH).

“Os cuidados que tive aqui foram muito importantes para a minha recuperação. Não achei que fosse precisar, mas acabei precisando. Fui muito bem tratada, muito bem acolhida. Fiquei com muito medo e cheguei a achar que não conseguiria voltar para casa, mas agora estou pronta para ter uma nova chance de vida”, contou Daiane dos Santos.

<em>FONTE: SES/MA

Hospital Regional de Santa Luzia do Paruá completa um ano de enfrentamento à pandemia na Região do Alto Turi

Hospital Regional de Santa Luzia do Paruá completa um ano de enfrentamento à pandemia na Região do Alto Turi

O Hospital Regional de Santa Luzia do Paruá completa, nestes dias, um ano de funcionamento. A unidade, que integra a rede da Secretaria de Estado da Saúde (SES), foi entregue pelo Governo do Maranhão para garantir o atendimento a pessoas diagnosticadas com a Covid-19, além de oferecer assistência especializada, com cirurgias e outros serviços que beneficiam a população da Região do Alto Turi.

Para ratificar a importância da unidade, que é um dos marcos da gestão do governador Flávio Dino no enfrentamento à pandemia, o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, esteve nesta sexta-feira (25) na região visitando o hospital e acompanhando os atendimentos.

“Um hospital não se faz apenas com tijolos, mas também com coração e, sobretudo, com as mãos de muitos que aqui trabalham. Essa unidade é fundamental no combate à Covid-19 e tem salvado muitas vidas, mas, além disso, ficará como legado da gestão para a região, que já conta com serviços que antes não dispunha. Hoje, comemoramos não só números positivos de atendimentos, mas as muitas vidas que esses números representam”, disse o secretário Carlos Lula.

Entre os atendimentos, a unidade garantiu 834 internações, sendo quase 500 delas de pacientes com a Covid-19, além de 673 cirurgias oftalmológicas, 39.595 exames laboratoriais e 320 cirurgias eletivas. Em um ano de atividade, o Hospital de Santa Luzia do Paruá também registrou 1.444 atendimentos ambulatoriais, além de exames especializados como de radiologia e tomografia computadorizada.

O hospital dispõe de 30 leitos clínicos e 10 de UTI, sendo 15 clínicos e 5 de UTI exclusivos para pacientes com a Covid-19. A unidade é referência para os municípios que compõem a Região do Alto Turi e oferece atendimento também às quase 300 mil pessoas das 13 cidades que fazem parte da Regional de Saúde de Zé Doca.

O presidente da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh), Marcos Grande, também acompanhou a visita à unidade. “A principal característica da gestão do governador Flávio Dino é a descentralização da oferta de serviços em saúde, estratégia que tem sido determinante para o bom enfrentamento que temos realizado à Covid-19, sem deixar de ofertar outros exames e atendimentos à população”, destacou.

As bênçãos de um padre e um pastor da região aos pacientes e funcionários da unidade marcaram a celebração de um ano do hospital.

A diretora administrativa da unidade, Larissa de Holanda, comentou que o hospital é a expressão do trabalho conjunto de todos. “Estar à frente da unidade hoje para mim é uma honra. Agradeço a todos os funcionários, pois sem eles não teríamos salvo tantas vidas”, afirmou.

Para a cozinheira chefe do hospital, Vânia da Silva, que atua na unidade há dois meses, o espaço é esperança de vida e sustento para quem precisa. “Todo mundo que trabalha aqui pode dizer como o hospital se transformou em esperança para quem vem em busca de tratamento”, compartilhou.

Natural de Governador Nunes Freire, localizado a uma hora de distância de Santa Luzia do Paruá, a paciente Rosário Lima, de 38 anos, disse que antes do hospital funcionar precisava ir a Pinheiro buscar atendimento. “O atendimento é excelente. Desde a recepção até os médicos. Hoje eu vim aqui fazer uma tomografia. É a segunda vez que estou vindo e só tenho elogios”, contou o paciente.

<em>FONTE: SES/MA

Dia de São João é lembrado com programação em unidades da rede estadual de saúde

Dia de São João é lembrado com programação em unidades da rede estadual de saúde

O Dia de São João não passou despercebido nas unidades de saúde da rede estadual, nesta quinta-feira (24). Seguindo os protocolos sanitários e respeitando todas as medidas de segurança contra a Covid-19, profissionais de saúde levaram alegria e celebraram o espírito junino com pacientes e familiares, um trabalho de humanização, cujo foco é o bem-estar, o alívio do estresse e a adesão ao tratamento.

No Hospital de Câncer do Maranhão, o arraial teve direito à decoração junina e brincadeiras típicas do período, como bingo e pescaria. Os pacientes que estavam em atendimento de quimioterapia tiveram a oportunidade de participar da programação. O São João na unidade foi embalado pelas músicas juninas. A programação ocorreu durante todo o dia, mas sem alterar a rotina do setor. Na oportunidade, também houve distribuição de brinde aos pacientes. Na quarta-feira (23), os pacientes da internação já haviam participado de um arraial específico para o setor.

“Acho de extrema importância esses momentos de humanização e acolhimento aos nossos pacientes. O objetivo é que, mesmo em um momento delicado da sua vida e do atual momento de pandemia que estamos passando, o nosso paciente possa participar e relembrar a data comemorativa tão representativa para o nosso estado, que é o São João”, frisou Ana Carolina Marques, diretora geral do Hospital de Câncer do Maranhão.

As crianças atendidas no ambulatório do Shopping da Criança também tiveram a oportunidade de brincar o São João. Elas participaram de contação de histórias com a presença do Grupo Encantos Juninos que, de forma lúdica, falou sobre o auto do São João maranhense, com a história de Catirina e a cultura da época. As crianças ficaram encantadas e interagiram com as atrizes.

“No Shopping da Criança tem a parte assistencial e o parque, que está fechado por conta da pandemia. Daí as crianças ficam tristes porque não podem brincar. Então, diante disso, nós do Shopping da Criança resolvemos fazer algo diferente, preparando uma surpresa para aqueles que vieram à unidade”, explicou Ana Paula Sampaio, coordenadora administrativa do Shopping da Criança.

A festa teve direito ainda a uma barraquinha junina, com a distribuição de mingau, bolo de milho e outras comidas típicas da época. A festa foi destinada às crianças que estavam com atendimento agendado.

Já no Hospital Aquiles Lisboa, na Vila Nova, os profissionais realizaram uma quadrilha bem animada, que levou alegria às pessoas que recebem atendimento na unidade, e seus familiares que puderam acompanhar a programação. Também teve a participação do DJ ítalo e Fabiana do Boi de Maracanã, um dos mais tradicionais do estado, tocando e cantando músicas típicas do São João.

“Momento de suma importância para todos nós, em meio a uma triste pandemia que estamos vivendo. Realizar uma atividade de descontração com nossos pacientes e funcionários se torna essencial. Só temos que agradecer o empenho de todos, a colaboração e, enfim, o resultado está aí: muita alegria e animação”, expressou Carlos Eduardo Chagas de Carvalho, diretor administrativo do Hospital Aquiles Lisboa.

As três unidades são administradas pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh). “Um serviço de saúde eficiente precisa olhar para as pessoas como um todo. Então, além de tratar o problema de saúde, é preciso olhar para o ser humano e suas emoções. Ações como essas trazem alívio, ânimo para eles. É um SUS humanizado”, explicou o presidente da Emserh, Marcos Grande.

Página 200 de 1447