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Por Daucyana Castro
Os investimentos do Governo do Estado em novos leitos no Hospital Regional de Barreirinhas possibilitaram que a unidade passasse a oferecer o serviço de neurocirurgia à população da região. Com os 12 leitos de UTI e o novo serviço, casos como trauma de coluna e tumor cerebral já estão recebendo atendimento na unidade, desde o início desta semana.
Para o diretor administrativo do Hospital Regional de Barreirinhas, Adler Gomes Leitão, o novo serviço vai promover maior assistência à comunidade e beneficia usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) da Região dos Lençóis Maranhenses.
“Podemos ser mais resolutivos em nossas demandas. Não precisamos mais de tantas transferências e fazer pedidos de avaliações por essa especialidade em outras unidades. Aqui mesmo poderemos fazer esse atendimento de alta complexidade. Com a UTI e a neurocirurgia, conseguimos, agora, resolver casos que antes teríamos que transferir para São Luís ou para unidades de maior complexidade que a nossa. O Governo do Estado está de parabéns por trazer para Barreirinhas um grande leque de serviços na saúde”, apontou Adler Leitão.
A médica neurocirurgiã, Ana Cristina Veiga Silva, que atua na unidade de saúde, explicou que existe demanda para neurocirurgia no hospital e que os pacientes que precisariam de uma logística maior para serem atendidos, agora, receberão assistência de forma mais célere, inclusive os casos mais complexos.
“Isso mostra que a importância da neurocirurgia no Hospital Regional de Barreirinhas vai muito além da necessidade clínica, técnica e cirúrgica em si. Eu acredito que isso reforça o processo de descentralização da assistência médica e da disponibilidade de toda essa assistência a uma população que, de fato, precisa, mas que muitas vezes não conseguia atendimento por dificuldade logística, de transporte, acessibilidade e até mesmo por desinformação”, acrescentou a neurocirurgiã.
O Hospital Regional de Barreirinhas possui 52 leitos e é gerenciado pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH).
Por Daucyana Castro
O Governo do Estado tem investido constantemente em melhorias nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Entre as unidades recentemente reformadas está a UPA Vinhais. Na unidade, a reforma incluiu a área da recepção e sala de medicação, além de possibilitar a criação de uma enfermaria adulto e a inauguração de uma nova ala pediátrica independente com a entrega de novos leitos. Ao aliar estrutura adequada e atendimento humanizado, a unidade tem sido bem avaliada pela população.
“Recebemos uma atenção muito especial, minha mãe ficou em observação, foram feitos todos os exames. Muito bom o atendimento, tanto da acomodação, alimentação quanto no que se diz respeito à atenção dos profissionais. Agradeço a todos pelo que fizeram pela minha mãe, somente Deus para pagar a atenção que vocês tiveram conosco”, disse a auxiliar administrativo, Rita Nascimento que acompanhou a mãe, Maria Tereza da Silva Araújo, de 65 anos, atendida pela UPA.
Para o médico que fez o atendimento inicial da paciente, o trabalho em equipe e a humanização no atendimento são essenciais para a obtenção de bons resultados. “Pacientes que são atendidos de maneira humanizada têm mais confiança na equipe e nos tratamentos, além de responder melhor aos recursos clínicos”, afirmou o médico e também diretor clínico da UPA Vinhais, Allan Estrela.
A UPA do Vinhais faz parte da rede da Secretaria de Estado da Saúde e é administrada pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH). Na unidade, também foram realizados serviços como troca do piso e revestimento cerâmico, reforço das instalações elétricas, reforma no forro e pintura geral. A Ala Amarela (utilizada para internação) recebeu nova pintura e mobiliários, melhorias das instalações elétricas e os banheiros receberam revestimento cerâmico.
“A trajetória de luta, união, conquista e, ainda, o esforço de toda a equipe do Governo permitiu muitas aquisições e melhorias nos últimos anos. Hoje, a UPA Vinhais é mais do que um prédio reformado. Nossa unidade é formada por profissionais comprometidos com o trabalho e dispostos a oferecer ajuda a todos aqueles que nos procuram em momentos de grande aflição”, comentou a diretora administrativa da unidade, Carol Hortegal.
As UPAs fazem parte da Política Nacional de Urgência e Emergência, lançada pelo Ministério da Saúde em 2003, que estrutura e organiza a rede de urgência e emergência no país, com o objetivo de integrar a atenção às urgências.
Por Daucyana Castro
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, entregou nesta segunda-feira (1º) a obra de expansão de leitos no Hospital Aquiles Lisboa, na Vila Nova, em São Luís. O Hospital Aquiles Lisboa é gerenciado pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH) e é referência na rede de estado da saúde na prevenção e tratamento da hanseníase.
“Nós entramos numa nova virada de página no Aquiles. É uma mudança no perfil do hospital, que antes era exclusivo para pacientes com hanseníase, e agora com essa entrega e ampliação desses 50 leitos, e com a chegada de salas de cirurgias, ele entra agora também para participar desta força tarefa de combate ao coronavírus, mas também reforçar toda a rede do estado. Então é um ganho considerável e estratégico para a nossa rede pública de saúde”, afirmou Marcos Grande, presidente da EMSERH.
Foram entregues 50 leitos clínicos que irão reforçar a rede de atendimento à casos da Covid-19 na Grande Ilha neste primeiro momento. Atualmente, a unidade conta com 18 leitos de enfermaria e após a expansão passará a contar com 68.
A solenidade contou com a presença do vice-governador do Estado do Maranhão, Carlos Brandão, que ressaltou os investimentos do Governo do Estado na área da saúde.
“Quando começou a pandemia, o Maranhão promoveu a ampliação dos leitos de UTI. Tínhamos 260 leitos e ampliamos para 1.600 leitos de UTI, o que coloca o Maranhão numa situação diferenciada de outros estados. E também as medidas preventivas, como o lockdown em momento oportuno, a orientação sobre uso de máscaras e álcool gel e o isolamento social. Toda essa expansão ajudou para não termos um estrangulamento na porta dos hospitais, com pessoas precisando de um leito de UTI. Esperamos que a vacina chegue o mais rápido possível, para todos e em maior quantidade possível para vencermos de vez a Covid-19”, disse o vice-governador do Maranhão, Carlos Brandão.
O secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, explicou que todo o planejamento da SES foi feito pensando não somente na Covid-19, mas no que ficaria de legado pós-pandemia. Por isso o investimento em estruturas que ficariam como legado permanente para a rede de assistência à saúde.
“Houve a mutação do vírus com novas cepas, com casos no Amazonas, São Paulo e já confirmados no Pará. E essa nova cepa gera um aumento muito grande do número de casos. A gente já se prepara para que se isso acontecer, dessa nova cepa chegar e ser confirmada no Estado do Maranhão, a gente já está preparado para não vir a ter dificuldades. Hoje esse hospital tem duas finalidades, tanto para pacientes Covid quanto não covid”, explicou Carlos Lula.
Para a diretora do Hospital Aquiles Lisboa, Nathalia do Vale Carvalho de Araújo, a inauguração marca o recomeço do Hospital Aquiles Lisboa, agora com um novo perfil. “Os 50 leitos para o atendimento da comunidade vêm complementar o trabalho que a gente já faz aqui, agora com mais vigor, equipamentos novos, melhores condições. A população ganhou e ganhará ainda mais com a conclusão do centro cirúrgico que vai atender a população nesse sentido”, declarou.
Por Daucyana Castro
O Hospital Regional Dr. Everaldo Ferreira Aragão, em Caxias, completou, nesta semana, cinco anos de funcionamento com a marca de mais de 5 milhões de atendimentos. A unidade, que faz parte da rede da Secretaria de Estado da Saúde (SES), reforça a assistência em Alta Complexidade na região dos Cocais e é referência em neurocirurgia e oncologia. O hospital é gerenciado pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH).
“Inauguramos esse hospital com serviços de UTI, Clínica Médica e Ortopedia. De acordo com a necessidade da região, a unidade foi crescendo, o Governo do Estado foi investindo e hoje temos até serviço de Oncologia. Antes, 100% dos pacientes iam do estado do Piauí. Hoje, toda essa parte de cirurgias, exames, consultas e quimioterapias é realizada aqui. Fora o nosso serviço de neurocirurgia que também é referência, e que mesmo na pandemia não deixou de funcionar. Por isso, essa unidade é de suma importância para região”, apontou o diretor geral do hospital, Jefferson Franklin Almada Coutinho.
De acordo com dados da unidade, em cinco anos foram 5.006.785 atendimentos, entre consultas e procedimentos. Em enfermagem, no ano de 2016, os procedimentos eram em torno de 672.800 e no ano de 2020 chegaram a 2.807.410. Os exames de apoio diagnóstico também aumentaram consideravelmente. De 67.624 exames, em 2016, para 629.471 em 2020. Os registros de consultas ambulatoriais triplicaram em cinco anos, passando de 2.940 para 36.364 consultas.
No ano que foi inaugurado, o hospital realizou 4.107 cirurgias eletivas, chegando a 17.488 no ano passado. E com a chegada do serviço de oncologia os atendimentos subiram de 7.738 para 42.571 registros no ano. Entre as especialidades oferecidas pela unidade estadual estão Clínica Médica, Neurocirurgia, Ortopedia e Traumatologia, Urologia, Mastologista e Ginecologia, Cirurgia Plástica Reparadora, Endocrinologia, entre outros. O hospital conta ainda com serviço de Patologia e Biópsia de Congelação, laboratório de análise clínicas e tomografia.
Ao longo de cinco anos de atuação, o hospital recebeu pacientes de mais de 90 municípios, porém as cidades que mais demandaram atendimento foram as mais próximas de Caxias, como São João do Sóter, Aldeias Altas, Coelho Neto, Timon, Matões, Parnarama e Codó.
Layne Brasil Barros Oliveira, de 25 anos, sabe bem a importância de um bom atendimento. A moça, que é do município de Codó, sofreu um acidente de moto há 3 meses e teve fraturas do lado esquerdo do corpo, englobando face, mãos, cotovelo, fêmur e tíbia. Ela buscou o hospital em Caxias para uma consulta e terminou o tratamento na unidade.
“Meu caso nunca foi fácil, eram fraturas delicadas. Mas desde o primeiro momento que eu vim pra cá, eu tive qualidade no meu tratamento, tive acesso ao melhor e pude até fazer fisioterapia. Eu só tenho a agradecer a todos os profissionais pela dedicação e alegria nos meus momentos de dor, pelo tratamento devido”, comemorou Layne.
Localizado no município maranhense de Caxias, o hospital foi inaugurado no ano de 2016 pelo Governo do Estado e possui 120 leitos.
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