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<strong>Fotos: Bruno Wallace
<em><strong>Por Vanessa Ribeiro
Profissionais da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Itaqui-Bacanga participaram de uma capacitação teórica e prática em reanimação cardiopulmonar, manobras de desengasgo e queimaduras. A ação, realizada nessa quarta-feira (26), é fruto de uma parceria entre a Secretaria de Estado da Saúde (SES), a Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH) e a Universidade Federal do Maranhão (UFMA).
Participaram deste ciclo de capacitação na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) 25 profissionais das equipes multiprofissionais, sobretudo os que atuam na área de terapia intensiva e de estabilização, que mantêm contato direto com pacientes mais graves e que podem evoluir para uma parada cardiorrespiratória. A intenção é realizar mensalmente capacitações em várias áreas.
“A ideia é iniciar com os profissionais da UPA Itaqui-Bacanga e expandir para as outras unidades de saúde. Os principais casos de paradas acontecem principalmente no eixo hospitalar, por isso é fundamental que nossos profissionais estejam sempre atualizados e capacitados. É importante ressaltar que a cada minuto de parada cardiorrespiratória perde-se 10% de chance de o paciente retornar, daí a importância de saber agir rápido e corretamente”, frisou Thiago Dourado, diretor clínico da UPA Itaqui-Bacanga.
Inicialmente, os profissionais das UPAs serão capacitados para fortalecer o atendimento dos pacientes, usuários do serviço e orientação para população. “Esse é o pontapé inicial de uma parceria muito importante com uma universidade tradicional na área da medicina. É fundamental que toda a equipe da unidade esteja plenamente alinhada e capacitada para realizar o melhor atendimento possível, desde a chegada do paciente. Depois, capacitaremos, sobretudo, pais e mães de bebês e crianças da região, para que saibam atuar em caso de engasgo, situação que pode levar a uma parada cardiorrespiratória”, afirmou Júlio Reis, diretor geral da UPA Itaqui-Bacanga.
A coordenadora discente da Liga Acadêmica de Trauma e Emergência do Maranhão (Late), da UFMA, Carolina Leal, ministrou a capacitação. “Falamos para os profissionais da UPA como lidarem em uma situação de parada cardiorrespiratória, manobras de desengasgo e queimaduras. Tudo em prol da vida das pessoas que se encontram em nesses casos de agravamento e com risco de vida”, ressaltou.
A enfermeira e coordenadora do Núcleo de Educação Permanente (NEP) da UPA Itaqui-Bacanga, Dayse Tavares, ressalta a importância desse tipo de ação. “É muito importante a gente participar dessas atualizações de protocolos, pois sempre têm novidades. Precisamos estar sempre preparados para realizar qualquer tipo de atendimento de emergência”, pontuou.
Fonte: SES
Como parte da campanha Julho Amarelo, o Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH), realizou o Dia D de Combate às Hepatites Virais, nesta terça-feira (25), na Policlínica do Diamante, Centro, em São Luís (MA). A ação reforçou o tema “Vacina, testagem e diagnóstico precoce são aliados nessa luta!”.
Durante a ação foram realizadas testagens rápidas para as hepatites B e C, palestra, orientações de prevenção e vacinação contra hepatite B, Covid-19 e Influenza. De acordo com a chefe do Departamento de Atenção às IST, AIDS e Hepatites Virais da SES, Jocélia Frazão, a campanha do Julho Amarelo tem a finalidade de reforçar as ações de prevenção contra as hepatites virais. “A SES tem o compromisso de garantir ações em todo o estado – seja de prevenção, diagnóstico ou combate às hepatites”, disse.
Na Policlínica Diamante, Maria Ivanilde Araújo, de 57 anos, fez a mamografia de rotina e, também, aderiu à campanha, realizando os testes e atualização as vacinas. “São muito importantes ações como esta. Eu, por exemplo, nunca tinha feito um teste desses. Foi bom porque também recebi orientações sobre como me prevenir”, afirmou.
A aposentada Maria Creuza dos Santos, de 62 anos, também elogiou a iniciativa. “É muito importante, muito bom o que estão fazendo aqui para a pessoa se prevenir e cuidar da saúde”, ponderou.
A SES promove ações de rotina como capacitações com profissionais de saúde e sociedade civil, dispensação de medicamentos contra as hepatites B e C para nove Unidades Regionais de Saúde. Além disso, na rede estadual são disponibilizados testes rápidos nas Policlínicas e Unidades de Pronto Atendimento (UPAS) de todo estado.
O mês de julho é alusivo às ações de vigilância, prevenção e controle das hepatites virais, em função do 28 de julho – Dia Mundial das Hepatites Virais. A hepatite é uma infecção que atinge o fígado, causando alterações leves, moderadas ou graves. Na maioria das vezes são infecções silenciosas, ou seja, não apresentam sintomas.
No Brasil, as hepatites virais mais comuns são causadas pelos vírus A, B e C. Existem ainda, com menor frequência, o vírus da hepatite D (mais comum na região Norte do país). Para hepatite B, a principal forma de prevenção a vacinação, que está disponível no SUS. A primeira dose pode ser tomada logo ao nascer.
Fotos: Márcio Sampaio
Por Vanessa Ribeiro
Fotos: Divulgação
Para comemorar o primeiro ano de funcionamento, a Policlínica de Caxias, realizou nesta sexta-feira (21), uma ampla programação, que incluiu atividades laborais com fisioterapeuta e profissional de educação física, aferição de pressão arterial, teste de glicemia, entre outros atendimentos de enfermagem.
A unidade, que integra a rede da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e é gerenciada pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh), foi inaugurada pelo Governo do Maranhão em 5 de julho de 2022. Neste período, foram realizados 131.487 atendimentos, entre consultas médicas e multiprofissionais e exames.
A aposentada Elisa Maria, de 63 anos, moradora de Caxias, destaca a qualidade no atendimento recebido na policlínica. “Eu vim encaminhada do posto de saúde para cá e desde que cheguei fui muito bem atendida. Consultei com uma médica vascular, que passou alguns exames e medicamentos. Hoje voltei para o retorno da consulta já com os exames prontos e me sentindo muito bem”, afirmou.
Maria Helena Coutinho, de 68 anos, reforçou os cuidados com a saúde na Policlínica de Caxias. “Eu precisei utilizar os serviços da policlínica e fiquei muito satisfeita com o atendimento, desde a recepção até a consulta médica e exames. Todos muito atenciosos. Caxias está de parabéns por ter uma unidade de saúde como essa, porque o acolhimento é muito bom em todos os setores. Eu gostei demais”, ressaltou a aposentada.
A Policlínica de Caxias conta com doze especialidades médicas: cardiologia, cirurgia vascular, endocrinologia, gastroenterologia, genética, hematologia, mastologia, medicina da dor, neurologia, proctologia, psiquiatria e reumatologia. O equipamento de saúde dispõe ainda de atendimentos multiprofissionais, nas áreas de assistência social, educação física, enfermagem, fisioterapia geral e pélvica, fonoaudiologia, nutrição e psicologia, além de exames para apoio diagnóstico, como ultrassonografia, doppler, citologia, eletrocardiograma e exames laboratoriais.
“A Policlínica de Caxias presta um serviço de grande relevância para toda a região, pois além de auxiliar em um diagnóstico rápido e ofertar um tratamento eficaz, atende especialidades que não são tão fáceis de serem encontradas”, ressaltou o diretor administrativo da Policlínica, Luís Fernando Rocha.
Além dos moradores de Caxias, a Policlínica beneficia ainda a população de Afonso Cunha, Aldeias Altas, Buriti, Coelho Neto, Duque Bacelar e São João do Sóter. O horário de funcionamento é das 7h às 19h, de segunda a sábado.
O combate à malária ganha reforço no Maranhão. Para reduzir a incidência do agravo, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) e a Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH), por meio do Instituto Oswaldo Cruz/Laboratório Central do Estado do Maranhão (IOC-Lacen/MA), realizam o curso de “Atualização em diagnóstico laboratorial em Malária e outros hemoparasitas”. A capacitação vai até esta sexta-feira (21).
O curso é destinado aos profissionais que participaram da primeira etapa da capacitação. Participam do treinamento profissionais de saúde como biomédicos, microscopistas e técnicos de laboratório dos municípios de Luís Domingues, Presidente Dutra, Pedreiras e Amapá do Maranhão.
O diretor geral do Lacen/MA, Lídio Gonçalves, destacou a importância da capacitação e atualização, e também explicou como funciona o fluxo para o diagnóstico. “Uma das atribuições do laboratório de referência do estado é garantir a qualidade dos exames realizados em relação às doenças de notificação compulsória. São doenças que a lei exige a comunicação prévia às autoridades de saúde pública, no intuito de monitora-las, evitando possíveis surtos. Nesse contexto, os técnicos microscopistas precisam ser capacitados, garantido a fidelidade na leitura das lâminas”, disse o diretor.
“A atualização é de extrema importância, pois é possível tirar as dúvidas, acrescentar informações que estavam faltando. Quanto melhor o resultado obtido na lâmina, melhor o diagnóstico, e consequentemente, realizaremos pleno atendimento para aquela população”, afirmou a biomédica Tamires Pimentel, do município de Luís Domingues.
A técnica de análises clínicas Iranilde Reis, do município de Pedreiras, participou do curso e reforçou a importância dessa parceria com o IOC-Lacen/MA. “É muito gratificante saber que em Pedreiras eu sou um braço do Lacen e que eu posso ajudar o próximo”, destacou.
O curso de atualização é realizado a cada três anos por definição do Ministério da Saúde. “A atualização é feita para pessoas que já estão em atividade como microscopistas. Já a capacitação serve para pessoas que não têm essa experiência na bancada. Este já é um curso mais completo, com toda uma preparação do profissional”, disse a responsável pelo curso de atualização em malária e encarregada do setor de Endemias do IOC-Lacen/MA, Orzinete Rodrigues Soares.
<strong>Sobre a malária
A malária é uma doença infecciosa febril aguda que tem cura e o tratamento é eficaz, simples e gratuito. Entretanto, a doença pode evoluir para formas mais graves se não for diagnosticada e tratada de forma adequada. No Brasil, a maioria dos casos de malária se concentra na região geoeconômica amazônica, composta pelos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Maranhão, Mato Grosso, Rondônia, Roraima e Tocantins.
Na fase inicial, principalmente na criança, a malária confunde-se com outras doenças infecciosas dos tratos respiratório, urinário e digestivo, quer de etiologia viral ou bacteriana. Desta maneira, a malária não pode ser diagnosticada somente pela sintomatologia. Apenas o diagnóstico laboratorial confirma ou descarta a malária. Após a confirmação, o paciente recebe o tratamento em regime ambulatorial, com comprimidos que são fornecidos gratuitamente em unidades do Sistema Único de Saúde (SUS).
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