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Em Imperatriz, Governo promove Semana de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa no CREAISPI

Em Imperatriz, Governo promove Semana de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa no CREAISPI

Como parte da Semana de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa, o Centro de Referência de Atenção Integral à Saúde da Pessoa Idosa (CREAISPI) da região Tocantina, realiza ampla programação, até sexta-feira (23), em Imperatriz. Com o tema ‘Cuidado sim, violência jamais!’, o evento tem como objetivo orientar os idosos e sensibilizar a sociedade para combater as diversas formas de violência contra a pessoa idosa.

“A gente entende que o conhecimento faz toda diferença na vida de qualquer pessoa e principalmente na vida dos idosos, pois muitos não conhecem seus direitos. Então, preparamos uma programação baseada em informações. Paralelo a isso, teremos atividades externas. O idoso sofre vários tipos de violência, as vezes por parte da família. Então a gente precisa estar orientando e ensinando a ele como identificar uma violência”, disse a diretora do Centro de Referência Especializado de Atenção Integral a Saúde da Pessoa Idosa do Maranhão (Creaispi), Isalene Loureiro.

Nesta segunda-feira (19), a abertura da semana contou uma palestra do defensor público Fábio Carvalho, que falou sobre ‘Direitos Violados’. Ao longo da semana serão realizadas palestras ministradas por autoridades do judiciário que falarão sobre os direitos dos idosos e haverá também momentos de atividades como yoga e fisioterapia. Fazem ainda parte da programação, rodas de conversas em escolas públicas de Imperatriz, com a Comissão da Pessoa Idosa da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

“O tema é de extrema importância a ser abordado para essa população, visto que muitos não conseguem identificar os abusos físicos, psicológicos e até mesmo patrimoniais, sofridos em casa, ou em outros ambientes. Durante esta semana a gente pretende fazer com que eles entendam sobre os tipos de violência, e quais medidas devem tomar nesses casos”, destacou a diretora administrativa do Centro de Referência Especializado de Atenção Integral a Saúde da Pessoa Idosa do Maranhão (CREAISPI), Anny Kaline.

O CREAISPI da região Tocantina atende 534 idosos. A unidade, que integra a rede da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e é gerenciado pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH), oferece atendimento em 13 especialidades, como cardiologia, psiquiatria, geriatria entre outros e também atendimento multiprofissional como nutricionista, psicólogos, educadores físicos.

<strong>Programação

Nesta terça-feira (20), a programação conta com palestra sobre violência patrimonial, proferida pela juíza Ana Paula Araújo, titular da Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Imperatriz. Na quarta-feira (21), a diretora da Casa da Mulher Maranhense, Gabriela Bonfim, falará sobre violência sexual e física. Já na quinta-feira (22), a presidente da Comissão de Proteção à Pessoa Idosa da OAB, Ivanice Alves, abordará os temas negligência, abandono e autonegligência. Para encerrar a programação, na sexta-feira (23), a juíza Ana Lucrécia Sodré, proferirá palestra sobre violação de direitos na saúde da pessoa idosa.

Hemomar celebra Dia Mundial de Conscientização sobre Doença Falciforme

Hemomar celebra Dia Mundial de Conscientização sobre Doença Falciforme

<strong>Fotos: Bruno Wallace

<strong><em>Por Samir Aranha

Em alusão ao Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença Falciforme, comemorado anualmente em 19 de junho, o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Maranhão (Hemomar) promoveu, nesta segunda-feira (19), uma programação especial com a participação de pacientes e membros da equipe multidisciplinar da instituição para discutir avanços, terapias e desafios relacionados à doença falciforme.

A data foi instituída em 2005 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para chamar a atenção e trazer visibilidade à doença, que é considerada a patologia genética e hereditária mais comum em todo o mundo, constituída como um dos maiores desafios à saúde pública. Em todo o Brasil são mais de 500 mil pacientes. Apenas na rede pública do Maranhão, são atualmente cerca de 1.700 pacientes atendidos regularmente.

O diretor-clínico do Hemomar, Ademar Moraes, destacou as principais terapias utilizadas no tratamento ao paciente, bem como a importância do atendimento multidisciplinar para melhoria da qualidade de vida do portador de doença falciforme durante o diálogo com os pacientes e profissionais.

“Importante ressaltar que o paciente de doença falciforme prescinde de atendimento multidisciplinar como o realizado aqui no Hemomar. Para além da condição laboratorial, o paciente é visto integralmente, buscando com isso a manutenção de sua qualidade de vida, algo que prescinde do atendimento direto de profissionais como médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, dentistas, psicólogo e assistente social”, disse diretor-clínico do Hemomar, Ademar Moraes.

A presidente da Associação de Pessoas com Doença Falciforme e Talassemia do Maranhão (Aspdoft), Laura Cutrim, lembra que a visibilidade sobre a doença e a ampliação da capilaridade de atendimento nas redes municipais são os grandes desafios aos portadores de doença falciforme. “Ainda há muito estigma e invisibilidade do paciente falciforme. No Hemomar temos tratamento de qualidade, com todo o cuidado e terapêutica, mas a maioria dos outros profissionais de saúde, principalmente nos interiores, tem pouco conhecimento sobre as especificidades do quadro de pacientes falciformes. Uma de nossas bandeiras é a divulgação de informações e a luta para capacitação de cada vez mais profissionais, principalmente em atendimentos de emergência”, explicou.

A técnica de enfermagem Maylane Ribeiro tem convivido diariamente com os desafios da doença falciforme. Sua filha, Emanuelle, de 2 anos, foi diagnosticada já no nascimento com a condição. “Apesar de saber do diagnóstico desde o nascimento, a Manu só foi apresentar a primeira crise há 6 meses. A medicação, o cuidado e o atendimento que recebemos aqui é fundamental para o desenvolvimento correto. Apesar da luta, somos sempre esperançosos que ela terá uma vida normal, como qualquer outra criança”, disse.

<strong>Doença Falciforme

A condição é caracterizada por uma mutação no gene que produz a hemoglobina (HbA), fazendo surgir uma hemoglobina mutante denominada S (HbS), que é de herança recessiva. Existem outras hemoglobinas mutantes: C, D, E, etc., que em par com a S constitui-se num grupo denominado de doença falciforme. A anemia falciforme é a forma HbSS. Apesar das particularidades que distinguem as doenças falciformes e das variadas gravidades, todas essas doenças têm manifestações clínicas e hematológicas semelhantes.

O diagnóstico é feito, principalmente, no Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN) – “Teste do Pezinho”. Crianças a partir dos quatro meses de idade, jovens e adultos que ainda não fizeram diagnóstico para detecção da doença podem realizar o exame de sangue chamado eletroforese de hemoglobina, disponível no Sistema Único de Saúde (SUS). A eletroforese de hemoglobina também está inserida na rotina do pré-natal, que é garantido a todas as gestantes e parceiros.

Nas pessoas com doença falciforme, as hemácias (glóbulos vermelhos do sangue), que em condições adequadas são redondas, assumem a forma de “meia lua” ou “foice” (daí o nome “doença falciforme”). Essa mudança de formato ocorre em situações de esforço físico, estresse, frio, traumas, desidratação, infecções, entre outros. Nesse formato, os glóbulos vermelhos não oxigenam o organismo de maneira satisfatória, porque têm dificuldade de passar pelos vasos sanguíneos, causando má circulação em quase todo o corpo.

As manifestações clínicas da doença falciforme podem afetar, assim, quase todos os órgãos e sistemas, ocorrendo a partir do primeiro ano e se estendendo por toda vida. As principais incluem: crises de dor, icterícia, anemia, infecções, síndrome mão-pé, crise de sequestração esplênica, acidente vascular encefálico, priaprismo, síndrome torácica aguda, crise aplásica, ulcerações, osteonecrose, complicações renais, oculares, dentre outras, incluindo complicações tardias relacionadas à sobrecarga de ferro secundária às transfusões.

Governo leva atendimento de cirurgias oftalmológicas a mais de 300 pessoas no Hospital da Ilha

Governo leva atendimento de cirurgias oftalmológicas a mais de 300 pessoas no Hospital da Ilha

<strong>Fotos: Francildo Falcão

Em São Luís, mais de 300 pessoas foram atendidas no mutirão de triagem e cirurgias oftalmológicas, neste sábado (17) e domingo (18), no Hospital da Ilha. Promovido pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), a estratégia para atender à população realizou procedimentos cirúrgicos de catarata e pterígio.

No sábado (17), foram 208 pessoas submetidas aos procedimentos cirúrgicos, sendo 184 para catarata e 24 para pterígio. No domingo (18), mais 95 pacientes passaram pela triagem e foram submetidas aos procedimentos cirúrgicos.

A dona de casa Maria das Graças Barbosa, de 51 anos, com catarata há quase dois anos e já praticamente sem enxergar, sofria com o problema por ter dificuldades em realizar tarefas simples do dia a dia. Agora já imagina como será a nova vida após a cirurgia.

“Eu não consigo mais andar sozinha, sempre tenho que levar um filho para me acompanhar porque não enxergo quase nada. Fiquei feliz demais quando soube do mutirão e agora tenho certeza que vou voltar a ter qualidade de vida. Só tenho a agradecer primeiro a Deus e depois a todas as pessoas daqui que nos tratam muito bem”, afirmou.

Com catarata há três anos, a aposentada Maria da Conceição Brito, de 67 anos, sonhava com essa cirurgia e após a realização do procedimento, era só alegria. “Graças a Deus correu tudo bem. Fui muito bem tratada por todos e agora vou seguir direitinho as recomendações médicas e levar uma nova vida, agora enxergando tudo”, disse satisfeita.

Quem também passou pelo mutirão foi a aposentada Teresinha de Jesus da Silva, de 69 anos, que sofria com a catarata há alguns anos. “A realização desse mutirão foi uma providência divina. Já me operei e em nome de Jesus já deu tudo certo, Deus vai iluminar minha visão e vou ter uma recuperação tranquila”, ressaltou.

Somente em 2022 foram realizadas quase 21 mil cirurgias oftalmológicas. A realização do mutirão de triagem e cirurgias oftalmológicas no Hospital da Ilha conta com a parceria da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh).

“Este é o nosso compromisso: Proporcionar saúde e dignidade às pessoas. Os mutirões que realizamos resgatam a autoestima dos maranhenses que, lamentavelmente, haviam perdido a capacidade de sair de casa por conta de problemas de visão. Cumprimos fielmente a orientação do governador Carlos Brandão, que busca oferecer a todos os maranhenses um serviço de saúde com excelência e qualidade”, frisou o presidente da Emserh, Marcello Duailibe.

Hospital Genésio Rêgo reúne profissionais da unidade para mutirão de doação de sangue no Hemomar

Hospital Genésio Rêgo reúne profissionais da unidade para mutirão de doação de sangue no Hemomar

<strong>Fotos: Bruno Wallace

Equipes do Hospital Genésio Rêgo realizaram, nesta sexta-feira (16), um grande mutirão de doação de sangue no Hemomar. Foram cerca de 50 profissionais participantes que atuam na unidade ligada à Secretaria de Estado da Saúde (SES) e administrada pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH).

“Estamos aqui com mais de 50 colaboradores, ou seja, estamos ajudando 200 vidas. Nos sentimos felizes e gratos por isso”, frisou a diretora geral do Genésio Rêgo, Kátia Campos.

Entre os doadores, o enfermeiro Kainan Saraiva, que ajudou na mobilização do pessoal e entende a importância do ato e da campanha Junho Vermelho, mês que reforça a importância da doação de sangue. “A gente sabe que é importante está doando durante todo o ano, mas estamos também em um mês especial, que é o Junho Vermelho, mês do doador, e é um gesto de solidariedade e amor ao próximo”, ressaltou.

A mobilização no Hospital Genésio Rêgo abrangeu todos os setores da unidade de saúde. Não foi a primeira vez que o hospital realizou essa força-tarefa para doação de sangue, outra já ocorreram e em setembro a expectativa é que mais um grupo possa voltar ao Hemomar.

“É muito importante para todos nós estarmos participando dessa campanha, nessa importante parceria entre o Genésio Rêgo, a EMSERH e o Hemomar. A gente sabe que a obtenção de sangue depende da solidariedade de todos nós, é um gesto de humanidade. E vamos trabalhar para que essa campanha possa acontecer outras vezes, seguiremos com essa mobilização”, pontuou o fonoaudiólogo, André Nemer.

Neste mês de junho, assim como durante todo o ano, o Hemomar conta com a importante parceria das unidades de saúde, empresas, igrejas, para aumentar os estoques de bolsas de sangue.

“São parcerias fundamentais para elevar os nossos estoques de bolsas de sangue, em qualquer momento é importante, ainda mais em épocas do ano como a que estamos passando, os meses de junho e julho são de festas e férias. Por isso, é essencial estarmos sempre reforçando a necessidade e importância da doação, vidas agradecem”, destacou a diretora geral do Hemomar, Clícia Galvão.

<strong>Critérios para doação de sangue

Para doar sangue, a pessoa precisa, entre outros pré-requisitos, estar saudável, pesar acima de 50 quilos, estar alimentada, levar um documento oficial com foto e não ingerir alimentos gordurosos nas horas que antecedem a doação. Além dos pré-requisitos já conhecidos, antes da doação, o doador passa por uma triagem que avalia outros critérios.

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