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Fotos: Laécio Fontenele
“Foi tudo muito rápido, o atendimento que recebi aqui foi muito bom, as pessoas são muito atenciosas e de dez em dez minutos alguém vem aqui saber como estamos. Atendimento realmente de qualidade”, elogiou o policial militar, Samuel Cruz da Silva, de 39 anos. Samuel realizou uma cirurgia para a retirada de uma hérnia umbilical e foi um dos primeiros pacientes do novo centro cirúrgico do Hospital de Cuidados Intensivos (HCI).
Unidade referência no combate à Covid-19, o Hospital de Cuidados Intensivos (HCI), que completou dois anos de funcionamento no dia 3 de abril, inaugurou, nesta sexta-feira (8), a ala cirúrgica da unidade. A partir de agora, a unidade vai contribuir para acelerar as cirurgias eletivas, por meio do Programa Mais Cirurgias. A nova ala conta com cinco salas cirúrgicas e terá capacidade para realizar cerca de 30 cirurgias diárias de alta e média complexidade.
Durante visita à unidade, o secretário de Estado da Saúde, Tiago Fernandes, destacou o trabalho realizado pela unidade durante o período mais crítico da pandemia e a importância da sua integração à rede de saúde da SES.
“À medida que a demanda da pandemia está diminuindo, principalmente por conta do aumento na vacinação dos maranhenses, estamos ampliando os serviços de assistência à saúde. Por isso, entregamos essa nova ala do centro cirúrgico do HCI para que possamos aumentar ainda mais o número de cirurgias eletivas de alta e média complexidade, de acordo com as determinações do governador Carlos Brandão”, afirmou o secretário Tiago Fernandes.
O diretor clínico do HCI, Marcus Grangeiro, destacou que, durante o combate à Covid, foram realizados mais de 20 mil atendimentos entre ambulatório e internação hospitalar, e 4.895 mil altas hospitalares de pessoas que foram internadas e venceram a luta contra o novo coronavírus. Agora, a unidade se prepara para um novo momento.
“Essa é mais uma vitória do SUS. São cinco salas de centro cirúrgico e essas salas irão ajudar a zerar a fila de cirurgias eletivas, vamos dispor de neurocirurgia, cirurgia urológica, vascular e geral. É uma das promessas do nosso governador e eu fico muito orgulhoso do HCI fazer parte disso”, destacou o diretor Marcus Grangeiro.
O presidente da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH), Marcello Duailibe, destacou que essa iniciativa mostra o compromisso do Governo do Estado em incorporar à sua rede mais unidades para tratamento da população.
“A gente não se acomodou em apenas cuidar dos pacientes com a Covid-19, por isso, também estamos incorporando mais uma unidade para cuidar dos maranhenses, agora, de outros pacientes com outras enfermidades. A Emserh está totalmente mobilizada para cumprir esse desafio de reduzir a espera por cirurgias”, disse Duailibe.
Fotos: Laécio Fontenele
Por Daucyana Castro
O Hospital Dr. Genésio Rêgo, localizado na Vila Palmeira, completou dois anos e, nesta sexta-feira (8), comemorou o número de atendimentos na unidade. O hospital foi entregue pelo Governo do Estado em 6 de abril de 2020 para reforçar o combate à pandemia da Covid-19. Em dois anos, o hospital registrou 4.400 atendimentos entre internação e ambulatório.
O secretário de Estado da Saúde, Tiago Fernandes, esteve na unidade para acompanhar os atendimentos. “É importante comemorar os dois anos do hospital pela importância que ele teve no combate à pandemia. Quero agradecer a todos os profissionais de saúde que conduziram esse trabalho até aqui, por todos os serviços prestados no atendimento aos maranhenses”, destacou Tiago Fernandes.
O presidente da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH), Marcello Duailibe, parabenizou os colaboradores de saúde da unidade e reforçou seu empenho em levar a saúde pública do Maranhão a um patamar ainda maior.
“Fico muito satisfeito em ver as conquistas desta unidade de saúde. Parabenizo o trabalho de todos vocês. Estarei trabalhando incansavelmente para contribuir e colaborar com este hospital, que nesses dois anos teve excelentes resultados e números. Foram mais de 4 mil atendimentos realizados, com 40 leitos de UTI e 10 de enfermaria. Uma alegria saber que hoje estamos de retaguarda e que esta unidade foi importante no combate a pandemia”, disse Marcello Duailibe.
A diretora geral do hospital, Larissa Cavalcanti, destacou que a união da equipe que compõe a unidade foi primordial para alcançar bons resultados durante os dois anos de funcionamento. “A gente lembra do primeiro paciente que entrou, do primeiro paciente que foi para UTI. Hoje é o momento de agradecer. Seguimos juntos em busca do mesmo objetivo: tratar bem o paciente, fazê-lo passar menos tempo na unidade, ver ele satisfeito e ver a família satisfeita”, frisou Larissa.
A comemoração contou ainda com uma celebração ministrada por dois padres de paróquias próximas ao hospital e reuniu também pacientes que estiveram em tratamento no Hospital Dr. Genésio Rêgo, fazendo da data um momento de muitas lembranças. A aposentada Selma Maria Rodrigues dos Prazeres, de 63 anos, passou 52 dias internada no hospital em abril de 2020. Ela voltou hoje ao local, dois anos depois, e muito emocionada; conta que passou um filme na cabeça.
“Volta o filme todinho na cabeça da gente, as lembranças daquele dia, a minha chegada na ambulância. Eu estava consciente e todo mundo com muito cuidado comigo. Eu tive os primeiros sintomas em 27 de abril de 2020 e fui acolhida na UPA da Cidade Operária. No dia seguinte, fui transferida para cá. Foram 30 dias de UTI e 22 de enfermaria. Graças a Deus deu tudo certo. O tempo que estive aqui eu fui bem tratada, bem acolhida, não tive medo. Eu tive muita confiança nos profissionais daqui e deu tudo certo”, contou a idosa.
Emoção também para o administrador Roniston Oliveira Carvalho, de 43 anos. Ele foi o primeiro paciente a usar o capacete Elmo e passou 30 dias em tratamento na unidade, sendo 15 dias na UTI. “Eu descobri um mundo totalmente desconhecido e conheci a eficácia dos profissionais que trabalham em um hospital público. Graças a Deus eu vim para cá. Tive um atendimento que eu não esperava. Talvez até no hospital particular eu não receberia um atendimento assim. Fui bem recebido, acolhido por profissionais fora do normal. Graças a Deus eu saí e eu guardo todos eles no coração”, completou o administrador.
O Hospital Dr. Genésio Rêgo integra a rede de Estado da Saúde e é gerenciado pela EMSERH. Dispõe de 40 leitos de enfermaria e 10 de UTI e conta com apoio de equipe multiprofissional que presta assistência 24 horas aos pacientes que precisam de atendimento hospitalar.
A unidade, que pertence a rede da Secretaria de Estado da Saúde (SES), abriga o Centro de Testagem para a Covid-19 e garante, ainda, por meio do ambulatório, o atendimento em várias especialidades, entre elas: mastologia, ginecologia, dermatologia, psicologia e nutrição.
Fotos: Laécio Fontenele
Eleito e aprovado por unanimidade pelo Conselho de Administração, o economista Marcello Apolônio Duailibe Barros assumiu, nesta terça-feira (5), a presidência da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH), empresa pública que gerencia cerca de 80% da rede estadual da saúde. A reunião reuniu os membros do conselho em reunião virtual, entre eles o secretário de Estado da Saúde, Tiago Fernandes.
“Seja bem-vindo, Marcello Duailibe, que possamos juntos continuar essa missão que é preservar o SUS e manter o Maranhão em destaque positivo nacionalmente em relação à saúde. Desejo sucesso e um bom trabalho”, destacou o secretário.
Para o novo gestor da EMSERH, que atualmente administra em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde mais de 98 unidades e serviços de saúde, a empresa exerce um grande papel na gestão pública.
“Será um nobre desafio e uma grande missão. Tivemos avanços significativos na saúde nos últimos anos no Maranhão. Assumo a presidência da EMSERH com o objetivo de contribuir para que possamos continuar entregando à população novos equipamentos de saúde e melhorando sempre a qualidade dos serviços de saúde. Chego para somar e agradeço ao governador Carlos Brandão e ao secretário de saúde Tiago pela confiança”, afirmou Marcello Duailibe.
Economista, formado pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), mestre em Administração Pública pela FGV/RJ e especialista em Finanças pela FGV – MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria, Marcello Duailibe estava exercendo o cargo de secretário Adjunto do Tesouro, Contabilidade e Dívida do Estado do Maranhão – SEPLAN. Seu currículo inclui especialização na Ohio University (Ohio, EUA) e na Warwick University (England). É também o atual vice-presidente do Conselho Regional de Economia – CORECON/MA.
Entregue pelo Governo do Estado, o Hospital da Ilha já está recebendo os primeiros pacientes. Inicialmente, a unidade está prestando assistência a pacientes encaminhados pelas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), como o morador do município de São Vicente Ferrer, Sérgio Paiva Moraes, de 63 anos. O paciente, transferido para a unidade depois de atendimento na UPA Araçagy, avaliou positivamente o novo hospital da rede estadual de saúde.
“De início eu senti uma dor no peito e em seguida veio o desmaio. Aí acendeu aquele alerta e resolveram me levar até a UPA. Quando dei entrada aqui no hospital fui logo bem recebido. Estou gostando muito do atendimento”, contou Sérgio, que teve um AVC isquêmico (acidente vascular cerebral) e foi transferido para a nova unidade de saúde.
O AVC isquêmico ocorre quando um coágulo é formado num vaso cerebral, bloqueando o fornecimento de sangue para uma parte do cérebro, ou por placas de gordura que se formam nas paredes dos vasos sanguíneos e que podem obstruir a passagem de sangue.
A irmã do paciente, Remédios Pires, também avaliou de forma positiva o atendimento e lembrou o quanto a unidade era esperada. “Eu fiquei feliz quando soube que o trariam para cá. Quando estava em obras, passava na frente e imaginava como seria aqui dentro. Estávamos precisando de um hospital como esse”, descreveu.
O Hospital da Ilha é gerenciado pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh), está localizado no bairro do Turu e, nesta primeira etapa, conta com 59 leitos de enfermaria, 10 leitos de UTI adulto, 14 leitos de observação e 4 de estabilização, além de centro cirúrgico com 6 salas de cirurgia e 11 leitos de Recuperação Pós Anestésica (RPA).
De acordo com a diretora técnica do hospital, até o final do mês, o Hospital da Ilha deve começar a receber casos de urgência e emergência. “É um grande hospital que vai nos ajudar muito. Neste primeiro momento, estamos funcionando fazendo retaguarda das UPAs. Até o fim do mês, estaremos de portas abertas para receber toda população. É o maior hospital de urgência e emergência de todo o Maranhão”, explicou a diretora técnica do Hospital da Ilha, Tereza Nunes.
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