Aqui você pode acompanhar as principais notícias das unidades de saúde da EMSERH
Na rede da Secretaria de Estado da Saúde (SES), o Hospital Regional Dr. Everaldo Aragão, em Caxias, iniciou esta semana uma ampla programação voltada alusiva ao Janeiro Branco, mês dedicado à saúde mental. A programação foi direcionada aos profissionais de saúde que prestam serviço e às pessoas que buscam atendimento na unidade.
A campanha Janeiro Branco tem o objetivo de alertar para os cuidados com a saúde mental e emocional da população, a partir da prevenção das doenças decorrentes do estresse, como ansiedade, depressão e pânico.
Na terça (23), a programação ocorreu na recepção da unidade de saúde com acolhimento psicodinâmico, realizado pela psicóloga Sara Dantas, apresentação de folder informativo com o psicólogo Antônio Mantovam e uma roda de conversa com a psicóloga Lorena Barradas.
“Quando a saúde física está comprometida nós vamos atrás de exames, consultas, mas quando falamos de depressão, ansiedade, nós não temos como mensurar por meio de um exame físico. Por isso devemos oportunizar as pessoas para que elas possam melhor entender aquilo que estão sentindo, falar sobre isso, o cuidado com a saúde mental, falar sobre esse assunto e trabalhar isso na sua vida. Então é uma grande oportunidade que está sendo dada pelo hospital”, pontuou o psicólogo Antônio Mantovam.
Uma das pessoas que participou do primeiro dia de programação foi Isaías Teixeira Silva. O professor acompanha um familiar que está internado na UTI do hospital. “É importante reforçar que todas as pessoas, todos os profissionais, nós professores, os médicos, precisam estar com a saúde mental boa, em dia. Essa ação é importante no sentido de informar a população, porque muitas pessoas às vezes não conseguem compreender a importância de estar bem consigo”, relatou o professor.
Da mesma forma, os profissionais de saúde entendem a importância da campanha Janeiro Branco, na promoção e conscientização relacionada à saúde mental, além de capacitar líderes e gestores que prestam serviço à população nos hospitais.
“Essa troca de informação entre os profissionais que atuam na unidade e as pessoas que buscam os nossos serviços é um processo fundamental para o desenvolvimento e melhoria do trabalho que é desempenhado nos hospitais. É mais um ano que começa, é um ano de expectativas para o futuro e nós devemos estar sempre prontos para os problemas do dia a dia que possam vir a surgir. Trabalhar a saúde mental, nos ajuda a resolver demandas e melhora o nosso relacionamento interpessoal, entre nós profissionais de saúde, pacientes e acompanhantes”, reforçou a enfermeira Sannya Ciana.
Para a diretora geral do Hospital Regional de Caxias, Rayara Martins, as enfermidades psicológicas podem ser prevenidas e tratadas. Desta forma é preciso promover qualidade de vida e bem-estar para os colaboradores. “A campanha desse ano tem como objetivo levar informação, mas também promover o acolhimento aos profissionais com práticas assistenciais do serviço de psicologia, massagem terapêutica, com o serviço de fisioterapia e sessões de acupuntura. Precisamos sensibilizar as pessoas a dar uma maior importância a sua saúde mental, é o que desejamos”, ressaltou Rayara Martins.
A programação continuou nesta quarta (24) na unidade. Na sexta (26), a ação conta com um ‘Pit Stop’ com o trabalho de psicoeducação e panfletagem nas alas e setores do Hospital Regional de Caxias. Na próxima semana (29 a 31 de janeiro) está previsto plantão psicológico, destinado aos colaboradores no ambulatório da unidade de saúde.
O Hospital Regional Dr. Everaldo Aragão em Caxias integra a rede da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e é administrada pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh).
<strong>Fotos: Ricardo Zacheu
O Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES) em parceria com a Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH), promoveu, na sexta-feira (19), sábado (20) e domingo (21), o Mutirão de Cirurgias Oftalmológicas, no município de Timbiras. Nos três dias de atendimento, 530 procedimentos foram realizados na ação, sendo 317 de pterígio e 213 de catarata, no Hospital Regional de Timbiras.
“Só alegria para todos nós que fomos atendidos. Agora é aguardar a recuperação, ir para casa, seguir as recomendações médicas e se recuperar bem. Um sonho realizado”, disse Raimundo Silva, um dos mais de 500 pacientes atendidos durante o mutirão oftalmológico.
Segundo o secretário de Estado da Saúde, Tiago Fernandes, a agilidade na cirurgia e no tratamento são fatores essenciais para melhorar a qualidade de vida das pessoas assistidas no Mutirão de Cirurgias Oftalmológicas.
“Começamos com as cirurgias eletivas, tomando mais uma vez ações concretas para o atendimento de qualidade da população maranhense. Estamos fazendo mais para ampliar, qualificar e acelerar os atendimentos, melhorando o dia a dia de pessoas como o Raimundo Silva e o João Costa, assistidos no mutirão em Timbiras”, frisou.
O aposentado Joao da Costa não pensou duas vezes quando teve a oportunidade de fazer a cirurgia oftalmológica. “Fiz de um lado e depois vou fazer do outro olho. Estou muito feliz. Uma alegria muito grande poder ser operado de graça, porque se fosse pagar com dinheiro seria complicado. Estou muito feliz porque vou poder enxergar melhor”, comemorou.
Os Mutirões de Cirurgias Eletivas são iniciativas do Governo do Estado, executados pela SES em parceria com a Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH), Instituto Acqua e Instituto Vida e Saúde (Invisa), organizações responsáveis pela administração de equipamentos da rede estadual de saúde onde os procedimentos estão sendo feitos.
Para o presidente da EMSERH, Marcello Duailibe, a expectativa é reduzir a fila de espera por cirurgias. “Em 2024 vamos continuar com a organização de ações que possam reduzir a fila de espera de pacientes que aguardam por cirurgias. Já foram várias ações realizadas nos anos anteriores e a resposta que temos por parte da população maranhense é sempre muito positiva”, frisou.
A ação do Governo do Estado é fruto de emenda parlamentar do deputado estadual Francisco Nagib.
<em>Por: Daucyana Castro
Enfermeiros do Hospital Regional de Grajaú participaram esta semana de treinamento sobre classificação de risco. A triagem ou classificação de risco é uma ferramenta de manejo clínico de risco, empregada nos serviços de urgência, criada para priorizar o atendimento daqueles que realmente necessitem de atendimento imediato. A unidade integra a rede de unidades da Secretaria de Estado da Saúde (SES).
“Em nossa unidade há sempre a preocupação de atualizar nossos profissionais para prestar o melhor atendimento possível à nossa população. E esse treinamento sobre classificação de risco é de extrema importância porque com a avaliação correta é possível agregar agilidade no atendimento e proporcionar um atendimento mais humanizado”, destacou a diretora do Hospital Regional de Grajaú, Cleude Gomes.
Os participantes do curso, realizado na última quarta-feira (17), debateram sobre temas como o protocolo de Manchester, objetivos da classificação de risco, triagem, política de humanização do SUS, manuais, Procedimento Operacional Padrão (POP), entre outros.
O treinamento foi ministrado pela enfermeira Tailana Santana. “A classificação de risco é uma ferramenta para melhorar o acolhimento e atendimento aos pacientes que adentram a nossa unidade, bem como proporcionar um atendimento empático, humanizado e resolutivo. Deste modo, a educação em saúde de nossa unidade visa promover autonomia, cuidado, reflexão e consciência crítica à coletividade. Assim, buscamos vislumbrar ações que possam impactar de forma positiva na prestação de serviços pelos profissionais assistenciais e no cuidado aos pacientes que recebem atendimento em nossa unidade”, frisou.
O Hospital Regional de Grajaú, da rede da Secretaria de Estado da Saúde (SES), é gerenciado pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh).
FONTE: SES/MA
O Hospital Aquiles Lisboa (HAL), unidade que integra a rede da Secretaria de Estado da Saúde (SES), realizou, nesta quinta-feira (18), ação alusiva ao Janeiro Roxo. Para incentivar o diagnóstico precoce, a unidade realiza o teste de sensibilidade e avaliação médica com o dermatologista, no ambulatório da unidade. O hospital está localizado no Bairro Vila Nova – Ponta do Bonfim, na área Itaqui-Bacanga.
“Buscamos desenvolver ações com o intuito de levar esclarecimento à população sobre a doença. Hoje, especificamente, promovemos atendimento de livre demanda no ambulatório de forma a facilitar o acesso a avaliação com dermatologista e o teste de sensibilidade”, disse a diretora geral do HAL, Cacilda Almeida.
Na ação, a unidade ofertou palestra com a dermatologista Celijane Rodrigues, com orientações sobre a transmissão, sinais e sintomas e tratamento para os casos suspeitos da doença. A hanseníase é uma doença crônica, infecciosa, transmissível que atinge pele e nervos periféricos. Ela é identificada de quatro formas clínicas: indeterminada, tuberculóide, borderline ou dimorfa e a virchowiana ou lepromatosa.
Os principais sintomas são manchas avermelhadas, esbranquiçadas ou amarronzadas no corpo, com diminuição ou perda de sensibilidade ao calor, ao tato e à dor; caroços avermelhados, às vezes doloridos; sensação de choque com fisgadas ao longo dos braços e pernas; áreas com diminuição de pelos e suor; e o engrossamento do nervo que passa pelo cotovelo, levando a uma perda da força do quinto dedo da mão.
É o caso do lavrador Francisco Costa, de 29 anos. Ele conta que há pouco menos de um ano vinha sentindo cansaços excessivos, até mesmo quando não praticava nenhuma atividade física ou laboral. Além disso, começou a notar pequenos nódulos que apareciam em suas pernas e braços, bem como dores nas articulações. Foi quando ele iniciou a investigação e recebeu o diagnóstico da hanseníase no início de janeiro deste ano.
“Durante o tratamento, os profissionais compartilham bastante orientação sobre a doença porque infelizmente ainda existe muito preconceito. Mas estão me ajudando a não me sentir inseguro, tanto que digo às pessoas que ao notar o primeiro sintoma, é bom procurar uma unidade mais próxima, marcar a consulta e se cuidar”, compartilhou Francisco.
Na rede estadual, são referência para casos de hanseníase o Hospital Aquiles Lisboa e o Hospital Dr. Genésio Rêgo, situado no bairro da Vila Palmeira, em São Luís.
De acordo com a coordenadora do ambulatório do HAL, Cíntia Agostino, por mês, o hospital realiza uma média de 800 atendimentos ambulatoriais para investigação e diagnóstico. “São pacientes que já fazem o acompanhamento para a doença, como também aqueles que realizaram consulta dermatológica. A depender de cada caso, o tratamento pode durar entre seis meses a um ano”, explicou.
Após a recepção, o paciente é inserido no fluxo do programa da hanseníase, desenvolvido pelo Hospital Aquiles Lisboa. Lá ele passa a dispor do acompanhamento de médicos, enfermeiros, serviço social, psicóloga, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, podólogo, além de farmácia básica para tratamento da infecção.
A programação alusiva ao Janeiro Roxo no Hospital Aquiles Lisboa conta ainda com ações de orientação sobre a doença, sua forma de transmissão e tratamento no Shopping São Luís, nesta sexta-feira (19); no Hospital Nina Rodrigues e na Unidade Sorrir Ponta do São Francisco, nesta segunda-feira (22) e ainda no dia 26 janeiro.
<strong>TRIAGEM
Durante todo o mês de janeiro, o ambulatório do Hospital Aquiles Lisboa fará a recepção dos pacientes por demanda espontânea, sempre de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas. As pessoas com suspeita para hanseníase serão atendidas pela equipe de profissionais e direcionadas ao dermatologista para fazer o teste de sensibilidade e exames posteriores, se necessário.
No momento da consulta basta apresentar documento original com foto, Cartão do SUS, comprovante de residência e deixar um telefone para contato. O agendamento pode ser feito tanto presencialmente como por telefone, através dos números (98) 98509-7855 / (98) 98624-2507.
A unidade recebe pacientes que residem tanto na Grande Ilha como no interior do estado. O Hospital Aquiles Lisboa (HAL) integra a rede da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e é gerenciado pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH).
<strong>Fotos: Márcio Sampaio
Página 52 de 1447