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Direto das Unidades

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Maternidade de Alto Risco de Imperatriz recebe placa do selo Iniciativa Hospital Amigo da Criança

Maternidade de Alto Risco de Imperatriz recebe placa do selo Iniciativa Hospital Amigo da Criança

Como forma de reconhecimento pela importante conquista, o Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), entregou à Maternidade de Alto Risco de Imperatriz (Mari), nesta sexta-feira (5), a placa do selo Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC), do Ministério da Saúde.

Representando a SES, o presidente da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh), Marcello Duailibe, participou da solenidade. “Este selo reconhece que a maternidade segue os mais altos padrões de qualidade para as mães que fazem seus partos aqui na maternidade, mas principalmente para os bebês que nascem aqui na Mari. Estamos seguindo uma diretriz muito clara do governador Carlos Brandão de seguir zerando filas de cirurgias, mas também ampliando e melhorando cada vez mais a qualidade do serviço público”, frisou.

A Mari, unidade hospitalar gerenciada pela Emserh, recebeu o selo IHAC em fevereiro de 2023, certificando que a unidade funciona dentro de todos os parâmetros e critérios que definem que o hospital é amigo da criança, como parto humanizado, direitos do contato pele a pele e amamentação do bebê na primeira hora de vida respeitados.

O selo IHAC é concedido pelo Ministério da Saúde aos hospitais que cumprem os 10 passos para o sucesso do aleitamento materno, cumprem a Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância (NBCAL), dentre outros critérios. Além disso, as maternidades com essa certificação garantem um parto mais seguro, incentivam o aleitamento materno e fortalecem o combate à mortalidade materno infantil.

“O título Amigo da Criança e o Cuidado Amigo da Mulher se baseia nos 10 passos do aleitamento materno e a gente garante não só o direito de acompanhante para essa gestante, mas também toda a linha do cuidado, desde o aleitamento materno exclusivo, parto e ao pós-parto”, destacou Tassiana Brandão, diretora geral da Mari.

A técnica de enfermagem Isaura Sousa recebeu alta hospitalar nesta sexta-feira (5) após a realização do seu parto na Mari e fez questão e agradecer o atendimento. “Aqui é um hospital que tem uma boa assistência. Sou de alto risco, tenho trombofilia, fui muito bem acolhida e deu tudo certo, graças a Deus tive um excelente atendimento”, disse.

<strong>Hospital Amigo da Criança

Lançado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS), no início da década de 1990, o selo Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC) é concedido pelo Ministério da Saúde aos hospitais que, entre outros critérios, cumprem os 10 passos para o sucesso do aleitamento materno, tenham cuidado respeitoso e humanizado à mulher durante o pré-parto, parto e o pós-parto e garantam livre acesso à mãe e ao pai e permanência deles junto ao recém-nascido internado, durante 24 horas.

Fazem parte dos objetivos do selo reduzir a morbimortalidade infantil por meio do estímulo à prática da amamentação, promover o Cuidado Amigo da Mulher, mobilizar e capacitar os profissionais de saúde para alterarem condutas que possam prejudicar a amamentação e levar ao desmame precoce, acabar com a distribuição de suprimentos gratuitos ou de baixo custo usados como substitutos do leite materno para as maternidades e hospitais e, ainda, cumprir a Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças na Primeira Infância (NBCAL), que regula a promoção comercial e a rotulagem de alimentos e produtos destinados a recém-nascidos e crianças de até três anos de idade, como leites, papinhas, chupetas e mamadeiras.

Governo reforça estratégia de enfrentamento à hanseníase no Maranhão

Governo reforça estratégia de enfrentamento à hanseníase no Maranhão

Pelo menos 2.216 casos de hanseníase foram diagnosticados no estado do Maranhão em 2023, sendo 164 casos na faixa etária menor de 15 anos. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) alerta que a hanseníase é uma doença infecciosa crônica e depende de um diagnóstico precoce para evitar o desenvolvimento de sequelas. Além disso, reforça que a doença tem cura e o tratamento é gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A hanseníase é uma doença transmissível que atinge pele e nervos periféricos, podendo levar a sérias incapacidades físicas. A infecção pode causar lesões neurais e danos irreversíveis. Mancha no corpo, com alteração de sensibilidade; dor e sensação de choque, fisgadas e agulhadas; caroços e inchaços pelo corpo, em alguns casos avermelhados e doloridos, são sinais ou sintomas da doença. Em caso de suspeita, o paciente deve procurar a unidade de saúde para avaliação.

<strong>Janeiro Roxo

O mês de janeiro é destinado às ações estratégicas de enfrentamento da doença. Na rede estadual, a SES mantém ao longo do ano ações de monitoramento, fortalecimento do diagnóstico e promoção do tratamento aos pacientes.

“A campanha Janeiro Roxo é importante visto que ainda somos um dos estados mais endêmicos na questão do número de casos. Por isso, precisamos estar alertas aos sinais e sintomas, para que na primeira suspeita da doença o indivíduo procure uma unidade básica de saúde. Assim é possível receber avaliação clínica e, caso sendo confirmada a doença, iniciar o tratamento”, disse a secretária adjunta da Política de Atenção Primária e Vigilância em Saúde da SES, Deborah Campos.

No âmbito do SUS, o tratamento e acompanhamento dos pacientes é realizado em unidades básicas de saúde e de referência. A critério médico, quando necessário, o paciente pode ser encaminhado para serviços de referência, bem como para se verificar e acompanhar a necessidade de prescrição de outros medicamentos previstos para o tratamento.

Na rede da Secretaria de Estado da Saúde, as unidades de referência para atendimento especializado são o ambulatório do Hospital Dr. Genésio Rêgo e o Hospital Aquiles Lisboa (HAL), ambos equipamentos estão localizados em São Luís.

Valdeilson Ferreira e Glauciane Ribeiro, pais da Maria Valentina Ferreira, de 2 anos, observaram uma mancha esbranquiçada na região do tórax da criança e não pensaram duas vezes em levar a filha para consulta dermatológica. “O atendimento foi muito bom e atencioso. Eu entendo que os pais precisam estar atentos com seus filhos, porque eles não vão saber explicar o que acontece, então, cabe a nós observar tudo”, comentou.

A enfermeira Luciana Lima, acompanha o atendimento dos pacientes no Hospital Dr. Genésio Rêgo, uma das unidades de referência da SES nos casos de hanseníase. “Durante a consulta, ouvimos as queixas e fazemos o exame chamado dermatoneurológico, fazendo a avaliação da pele. Nos locais onde há presença de mancha é feito o teste de sensibilidade e, se identificada suspeita da doença, a pessoa é encaminhada para a avaliação neurológica”, explicou.

Durante o Janeiro Roxo, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) intensificará os alertas sobre os sinais e sintomas da hanseníase, assim como a importância do diagnóstico precoce. Entre as estratégias, destaca-se a aplicação do Questionário de Suspeição, por meio dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), no Maranhão. Na ocasião, se for relatado o aparecimento de características da doença, a pessoa será encaminhada encaminhado a unidade de saúde mais próxima para iniciar a investigação. A ação tem início previsto para segunda quinzena de janeiro.

“O principal objetivo da campanha é alertar a população sobre os principais sinais e sintomas da hanseníase e desmistificar a doença. Ao alertar a sociedade civil quanto a sinais e sintomas da doença, intensificamos a importância do diagnóstico precoce, contribuindo para que profissionais de saúde, gestores e instituições estejam sensibilizados para aderir à mobilização e fomentar a divulgação da informação que favoreça a redução do estigma e do preconceito”, destacou a coordenadora estadual do Programa de Controle da Hanseníase e Tuberculose da SES, Mágela Conceição Gonçalves Oliveira Santos.

<strong>Dados

O Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) registrou 2.349 casos de hanseníase em 2022, sendo 187 casos da doença na faixa etária menor de 15 anos. Os municípios, através das Unidades Básicas de Saúde (UBS), realizam diagnóstico e tratamento da doença. O Hospital Aquiles Lisboa em São Luís, funciona como ambulatório especializado e unidade hospitalar de referência.

Em 2023, de acordo com dados parciais do SINAN, os 10 municípios maranhenses com maior número de casos novos de hanseníase diagnosticados, foram: São Luís (209), Imperatriz (88), Codó (77), São José de Ribamar (61), Timon (60), Açailândia (40), Caxias (39), Paço do Lumiar (38), Bacabal (37) e Santa Luzia (32).

Comissão de Saúde Mental da EMSERH inicia 2024 com ação alusiva ao Janeiro Branco

Comissão de Saúde Mental da EMSERH inicia 2024 com ação alusiva ao Janeiro Branco

<strong><em>Por Vanessa Ribeiro

O ano começou com importantes reflexões para os colaboradores da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH). Nesta quarta-feira (03), a Comissão de Saúde Mental iniciou uma ação alusiva ao Janeiro Branco, mês de conscientização sobre os cuidados com a saúde mental e emocional.

“É essencial cultivar a saúde mental no ambiente profissional. Ao intervir de forma abrangente na saúde dos nossos colaboradores, atuando não apenas no aspecto físico, estamos contribuindo para uma sociedade mais saudável, empresas mais produtivas e vidas mais equilibradas”, frisou o presidente da EMSERH, Marcello Duailibe.

Funcionários de todos os setores dos prédios anexos e sede da EMSERH, além da Central de Abastecimento Hospitalar (CAHOSP) foram beneficiados com um momento de descontração e reflexão, com direito a música com voz e violão, para lembrar a todos de já iniciarem o ano cuidando da saúde mental, como ressalta Mayara Marques, presidente da comissão de saúde mental.

“Começar o ano pensando nesse cuidado da saúde do colaborador e levando esse tema de saúde mental que é um dos principais cuidados que a gente tem que ter. Um momento de reconhecimento interno daquilo que não nos fez bem e esse movimento de olhar internamente agora no começo do ano estimula a fazer esse exercício durante todo o ano”, frisou.

Em pedaços de papéis, os colaboradores escreveram o que querem deixar em 2023 e o que querem trazer para 2024. Oportunidade de auto avaliação para identificar fatores prejudiciais e tentar resolver sozinho ou com ajuda, se necessário.

“A ideia é que no primeiro mês do ano a gente comece refletindo sobre saúde mental. O que eu posso fazer para melhorar? Do que eu preciso me afastar? Assim como uma folha em branco, daí o nome Janeiro Branco, a gente tem um ano inteirinho para preencher pensando mais na saúde mental”, explicou Daniela Aquino, especialista da Qualidade e integrante da Comissão de Saúde Mental”.

A analista de engenharia, Larissa Sodré, aprovou a ação. “Foi bem motivador e espero que essas ações continuem para cuidar da saúde mental do colaborador. Foi um momento de reflexão, principalmente relacionado a 2024. Quando tem a virada de ano a gente sempre tem expectativas e planejamentos para o ano novo. Espero que eu consiga cumprir todo o planejado”, disse.

Quem também participou foi o técnico em edificações, Lucas Matos. “Foi um momento muito bom e precisamos ter sempre. É gratificante saber que a empresa em que a gente trabalha se preocupa com nossa saúde mental e parar em alguns momentos para refletir sobre determinadas situações ajudam bastante a manter a nossa sanidade mental”, destacou.

<strong>Janeiro Branco

Com o tema “Saúde mental enquanto há tempo! O que fazer agora?”, a campanha nacional Janeiro Branco, completa 10 anos em 2024 e tem como objetivo chamar atenção para os cuidados com a saúde mental e emocional da população, prevenindo doenças decorrentes do estresse, como ansiedade, depressão e pânico.

<strong>Fotos: Francildo Falcão

Unidades de saúde do Estado realizam quase 32 milhões de atendimentos em 2023

Unidades de saúde do Estado realizam quase 32 milhões de atendimentos em 2023

<strong><em>Por Vanessa Ribeiro

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH), trabalhou durante todo o ano de 2023 para continuar levando serviços e atendimentos de qualidade à população em todos os equipamentos de saúde do Maranhão.

De janeiro de dezembro foram realizados 31 milhões 713 mil e 46 atendimentos em todos os serviços de saúde gerenciados pela EMSERH, como hospitais, Unidades de Pronto Atendimento (UPA), Policlínicas, Centro Especializado em Reabilitação (CER), Hemomar e Centro de Hemodiálise.

“Foi um ano intenso, com muito trabalho e dedicação de toda a equipe. Esses números vão além de simples atendimentos; representam vidas e sonhos. Trabalhamos incansavelmente para cumprir a determinação do governador Carlos Brandão, garantindo um serviço de saúde pública de qualidade”, exclamou o presidente da EMSERH, Marcello Duailibe.

A autônoma Sielen Silva Lima buscou atendimento na Policlínica de Barra do Corda para seu filho, o pequeno Isac Silva Araújo, de apenas 06 meses e garante estar bem satisfeita com o atendimento recebido. “Procurei atendimento em pediatria para o meu filho. Fomos bem atendidos pelos especialistas. Essa unidade de saúde foi um ganho muito bom para a população do nosso município”, agradeceu.

As policlínicas fazem parte de uma estratégia da gestão estadual que oferece atendimento ambulatorial especializado à população da capital e interior. Em 2023 foram realizados mais de 3 milhões 647 mil e 587 atendimentos nesses equipamentos de saúde. São 12 unidades administradas pela EMSERH que ofertam atendimentos em várias especialidades, como cardiologia, endocrinologia, neurologia, psiquiatria, reumatologia, dentre outras.

Quem também foi beneficiado pelo serviço de saúde ofertado na rede estadual de saúde, foi o pai de Rosélia Gonçalves, seu Sebastião Mendes. Ela o acompanhou até a UPA de Paço do Lumiar por causa de fortes dores nas costas. Agradecida, ela destaca a qualidade do atendimento recebido. “Meu pai estava sentindo muita dor pela segunda vez, por isso trouxe ele aqui. Fomos muito bem atendidos. O médico passou uma tomografia que foi feita de imediato. Saímos daqui de ambulância para fazer o exame e o médico já viu o resultado. Estou muito agradecida e confiante que meu pai agora vai ficar bem”, ressaltou a dona de casa.

São 11 UPAs administradas pela EMSERH em todo o Maranhão, que em 2023 realizaram 1 milhão 323 mil e 048 atendimentos. As unidades dispõem de urgência e emergência 24h, além de exames laboratoriais e de imagem e leitos de observação.

A assistente social Tatiane Silva, de 35 anos realizou uma histerectomia – cirurgia para retirada do útero – no Hospital Regional de Urgência e Emergência de Presidente Dutra. Ela comenta sobre a importância dessa unidade de saúde em sua vida. “Há três meses passei por um problema de saúde e tive que fazer uma cirurgia, foi aí que procurei o Hospital Regional de Presidente Dutra, onde fui muito bem atendida por profissionais altamente qualificados e humanizados. Graças a Deus deu tudo certo na minha cirurgia e hoje estou bem e com minha saúde restabelecida”, contou.

A EMSERH administra 25 hospitais em todo o estado, onde foram realizados 6 milhões 030 mil e 649 atendimentos em 2023, entre consultas, exames e internações. Esses equipamentos de saúde ofertam atendimento em média e alta complexidade em diversas especialidades.

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