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<strong>Fotos: Francildo Falcão
“Eu voltei porque aqui fui bem acolhida pela médica, enfermeira, toda a equipe. E é isso que precisamos quando viemos atrás de atendimento: carinho, atenção e solucionar o nosso problema de saúde”, disse Ana Zachi, de 87 anos, assistida no serviço de reumatologia na Policlínica Vinhais, da rede da Secretaria de Estado da Saúde (SES).
A idosa procurou a Policlínica Vinhais por conta de dores no corpo, no pescoço, coluna e joelho. Na unidade de saúde, além do atendimento médico, recebeu caixas de remédio para seguir com o tratamento de infiltração no joelho, o que aliviou a dor.
“Quando minha mãe consultou aqui pela primeira vez, há cerca de dois anos, ela me pediu que continuasse o tratamento aqui, na Policlínica Vinhais. Somos bem tratados e esse tratamento humanizado para o paciente é de suma importância”, pontuou Elen Zachi, filha da paciente Ana Zachi.
Atualmente, a Policlínica do Vinhais contabiliza mais de 60 atendimentos na área de reumatologia por semana. São três profissionais reumatologistas que realizam o atendimento na unidade de saúde gerenciada pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH).
“A principal reclamação do paciente que procura um reumatologista é a dor. Existem mais de 120 tipos diferentes de reumatismo e a finalidade é aliviar a dor, pois a grande maioria é crônica, mas melhoramos. Por isso que o acompanhamento médico é importante”, frisou a médica reumatologista Mahiba Rahbani.
O serviço de reumatologia é apenas uma das especialidades ofertadas na Policlínica Vinhais. A unidade disponibiliza 13 especialidades, entre elas: Clínica Médica, Pediatria, Ortopedia, Neurologia, Otorrinolaringologia, Ginecologia, Nutrologia, Gastroenterologia, Proctologia, Psiquiatria, Geriatria, Cardiologia e Urologia. São ofertados ainda serviços de nutrição, enfermagem e psicologia.
Além do atendimento com os médicos, a população tem acesso a exames laboratoriais, preventivos (papanicolau e colposcopia), ecocardiograma, mapa, holter, doppler, ultrassom, eletrocardiograma, videolaringoscopia, raio-x e as infiltrações, utilizadas para aliviar as dores.
“Ouvir o que nós ouvimos do paciente, dos acompanhantes, elogiando o serviço, é revigorante para toda a equipe. É muito gratificante para todos nós, desde a portaria, recepção, nossos profissionais de saúde, muito bom ver que há esse acolhimento, esse trabalho humanizado. A nossa intenção é fazer com que o paciente sinta a vontade de fato de voltar à Policlínica Vinhais. E ao longo dos anos, estamos conseguindo também expandir os serviços ofertados aqui na unidade para atender cada vez mais uma maior quantidade de pessoas”, reforçou a coordenadora de ambulatório da Policlínica Vinhais, Cynthya Lays Barroso.
Para realizar a marcação dessa especialidade, o usuário precisa de encaminhamento e pode fazer o agendamento presencial na Policlínica Vinhais, pelo App/site do Procon, nos Vivas e também pelo Disque Saúde (telefone e WhatsApp), no número 3190-9091.
A Policlínica Vinhais funciona de segunda a sábado, sendo de segunda a sexta das 7h às 18h e aos sábados, das 8h às 14h. A vacinação acontece de segunda a sexta de 8h às 12h e de 13h30 às 17h, e aos sábados de 8h às 12h.
<strong>Fotos: Francildo Falcão e Ricardo Zaqueu
A Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH) promoveu, nesta quarta-feira (19), no Praia Mar Eventos, em São Luís, um encontro de “Gestão Integrada com Foco em Resultados” e reuniu diretores de unidades de saúde. A inciativa teve como objetivo a apresentação do modelo de gestão que norteará o planejamento estratégico da instituição, baseado na produtividade e satisfação do usuário.
“Nosso propósito com este planejamento e suas ferramentas é melhorar a qualidade do serviço público, a qualidade assistencial e a qualidade de uma forma geral da gestão hospitalar. E isso com foco na percepção positiva do nosso cliente, que é o usuário do serviço de saúde e razão de existência de nossa missão, que é cuidar das pessoas”, destacou o presidente da EMSERH, Marcello Duailibe.
O evento, organizado pela Diretoria de Planejamento, Governança e Inovação, apresentou a gestores das unidades de saúde administradas pela EMSERH na Grande Ilha as etapas desenvolvidas no planejamento estratégico, bem como os pilares de gestão e os indicadores que possibilitarão uma aproximação da sede com as unidades gestoras, fomentando maior eficiência no atendimento ao público.
Segundo o diretor-executivo da EMSERH, Paulo Ronchi, a prática destas ações trará, a curto e médio prazo, mudanças que refletirão diretamente no dia a dia da saúde pública no estado. “É importante ter em vista que poderemos inclusive nos conhecer melhor, ter ciência de nossos problemas e qualidades, justamente para avançar e poder dar vazão aos fluxos da rede, o que diretamente traz maior satisfação ao usuário final e aos nossos colaboradores”, explicou Ronchi.
Entre os temas abordados no encontro, houve a apresentação do novo modelo de supervisão das unidades, apresentação de tutoriais e testes dos Sistemas de Informações.
“O modelo de supervisionamento das unidades que compõem a EMSERH vem de encontro ao pedido dos gestores por maior proximidade com a sede. Divididos em atendimento a cada uma de nossas regionais de saúde e ainda na grande ilha, teremos a figura do supervisor como ponto focal das demandas dos gestores das unidades, facilitando e compreendendo as demandas no sentido de garantir maior celeridade”, detalhou o gerente de gestão corporativa, Aarão Neto.
O diretor-administrativo do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Maranhão (Hemomar), Davison Lima, elogiou a iniciativa.
“Este novo projeto de gestão e seus conteúdos são de suma importância, pois as ferramentas de planejamento estratégico são fundamentais à efetivação de boas práticas em administração. Tais conteúdos nos ajudam a efetivar, no Hemomar, a política de sangue do estado”, ressaltou.
O Centro de Hematologia e Hemoterapia do Maranhão (Hemomar), vinculado à Secretaria de Estado de Saúde (SES), não realiza apenas captação de sangue, mas também é referência, há mais de 40 anos, no tratamento de pacientes com hemofilia dos tipos A e B. A unidade dispensa de forma gratuita medicamentos especializados de alto custo.
O local atende atualmente cerca de 300 pacientes de todo o Maranhão, que são cadastrados no Hemomar, recebendo entre recém-nascidos e idosos que vivem nessa condição. Nesta segunda-feira (17), em que se comemora o Dia Mundial da Hemofilia, a unidade lembrou a importância da data.
“Hoje é um dia muito importante para todos nós. E o Hemomar toma à frente aqui no nosso Estado, pois é referência para tratamentos de pacientes com hemofilia. A grande característica desses pacientes é ter sangramentos espontâneos, ou não, e intensos devido à falta de fatores de coagulação que são essenciais para que evitem sangramentos”, explicou o diretor clínico do Hemomar e médico hematologista, Ademar Soares.
<strong>Doença
A hemofilia é um distúrbio de coagulação, grave e hereditário, em que os pacientes possuem sangramentos internos e externos, podendo ser intensos e prolongados, ocasionados de forma espontânea ou após algum trauma.
Foi assim com o paciente e presidente da Associação Maranhense de Hemofílicos (Amahe), Wdenilson Rocha, 37 anos, que descobriu ter hemofilia aos 8 anos de idade após um sangramento externo e intenso nos dois joelhos.
“O meu tipo de hemofilia é A, grau grave. O diagnóstico não foi difícil, pois meus familiares, como avó, irmão, primos e sobrinhos, também são portadores da doença. Faço tratamento desde os 12 anos de idade até o momento. Atualmente, realizo a profilaxia, com três reposições de fator, que não produzo, três vezes por semana”, explicou o presidente Wdenilson Rocha, que assumiu a Associação em 2017.
Com Emerson Penha, 30 anos, paciente desde 1993, a descoberta se deu através de um corte nos lábios, quando tinha 1 ano de idade. Como na sua família já havia histórico de hemofilia, o diagnóstico do tipo A foi mais fácil para ele. Tanto Emerson quanto o seu irmão convivem com a doença.
“Viver com hemofilia é um desafio superável, pois com o tratamento e apoio da equipe multidisciplinar do Hemomar, conseguimos ter uma boa qualidade de vida, por meio de exercícios físicos e o uso da profilaxia. Neste dia 17, a nossa luta continua por visibilidade. No Maranhão, somos bem assistidos no local”, relatou.
<strong>Tratamento
O tratamento a que Wdenilson Rocha e Emerson se referem é feito e disponibilizado de forma gratuita no Hemomar. O tratamento se baseia na reposição dos fatores de coagulação, com profilaxia de fator VIII de coagulação humano (R$ 295, 62) e de coagulação predominante (R$ 247,50), a depender do tipo de hemofilia – a quantidade de reposição depende da classificação (leve, moderada e grave). Os pacientes recebem no Hemomar, por meio do SUS, a medicação de forma constante garantindo menor risco de complicações articulares, bem como as hemorragias espontâneas.
O Hemomar conta também com uma equipe multidisciplinar, com a oferta de diversos serviços para os pacientes hemofílicos no ambulatório. No local, é possível realizar atendimento com Psicólogo, Nutricionista, Dentista, Fisioterapeuta, Pediatra, Clínico geral, bem como consulta a cada 90 dias com hematologista.
“A fisioterapia é importante devido a complicações que os pacientes hemofílicos possuem, melhorando a qualidade de vida deles. Utilizamos no Hemomar aparelhos analgésicos e são realizados exercícios para aliviar a dor e manter força muscular, dentre outros objetivos”, disse o fisioterapeuta David Gomes.
“Como é uma doença hemorrágica e hereditária, os filhos de portadores de hemofilia já chamam a nossa atenção para a possibilidade de nascer com a enfermidade. Nesse momento, já fazemos a triagem dos filhos. Quando ainda não há o diagnóstico na família, o paciente é encaminhado para o Hemocentro para fazermos a avaliação de triagem, basta ter o encaminhamento que pode ser tanto da rede particular, quanto pública”, explicou o diretor Ademar Soares.
<strong>Funcionamento
O ambulatório funciona de segunda a sexta, das 7h30 às 18h, e aos sábados, de 7h30 às 12h. Para a primeira consulta, é preciso fazer o agendamento presencial. Para ter acesso ao atendimento ambulatorial na unidade, é necessário ter um encaminhamento para o hematologista, seja ele da rede pública ou privada.
<strong>Sintomas
– Sangramentos frequentes e desproporcionais ao tamanho do ferimento; – Aparecimento de manchas roxas (hematomas) ao menor trauma, ou mesmo sem trauma; – Sangramento de nariz e gengivas; – Histórico familiar de casos de hemofilia.
<strong>Dia da Pessoa com Hemofilia
A data foi escolhida em homenagem ao cartunista Henfil, que faleceu em 04 de janeiro de 1988. Assim como ele, seus irmãos Betinho, como era conhecido o sociólogo Herbert de Souza, e o músico Chico Mário, também tinham hemofilia e faleceram em decorrência de complicações da doença.
<strong>Fotos: Francildo Falcão, Adeta Holanda e Ricardo Zaqueu
A Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH) completa, nesta segunda-feira (17), oito anos da gestão de serviços, comemora a implantação de novas unidades e o crescimento no número de atendimentos aos pacientes assistidos nas unidades da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Foram mais de 82 mil intervenções cirúrgicas realizadas em 2022, uma média de aproximadamente 7 mil intercessões ocorridas por mês. O índice representa 131% da meta prevista para o último ano.
Os 82 mil atendimentos são a soma de ações de cirurgia geral (23 mil), oftalmológica (20.909), ginecológica/obstétrica (18.189), ortopédica (10.912), urológica (3.372), entre outras especialidades.
“É com grande satisfação que praticamos o aumento significativo de cirurgias realizadas em nosso estado. Essa ampliação traz benefícios diretos para a população, pois significa que mais pessoas estão tendo acesso a procedimentos cirúrgicos que antes não eram possíveis. A expansão de cirurgias também é um indicador positivo do investimento que o Estado está fazendo em saúde pública. Como empresa pública, temos trabalhado em estreita colaboração com o Governo do Maranhão para garantir que os recursos necessários estejam disponíveis para atender às necessidades de nossos pacientes”, destacou o presidente da EMSERH, Marcello Duailibe.
Com base nas orientações do Governo do Estado, Marcello Duailibe reitera a contribuição da EMSERH para a saúde pública maranhense. “Estamos trabalhando arduamente para manter essa tendência positiva de garantir que nossos pacientes recebam o mais alto nível de cuidado e atenção que merecem. Estamos comprometidos em continuar investindo em nossa equipe médica, em tecnologia de ponta e em infraestrutura para garantir que possamos oferecer o melhor atendimento possível para todos aqueles que dependem de nós”, pontuou.
Desde de 2015, a EMSERH atua na prestação de serviços de assistência médico-hospitalar, ambulatorial e farmacêutica, de apoio diagnóstico e terapêutico, entre outros, em unidades da rede estadual de saúde. Atualmente, a EMSERH é responsável pela gestão de 102 unidades e serviços de saúde disponibilizados em 41 municípios do Maranhão.
Entre as 102 unidades e serviços geridos pela EMSERH, estão: 26 hospitais, sendo 3 macrorregionais, 16 regionais, 1 maternidade e 6 hospitais em São Luís; 13 Policlínicas; 11 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs); 8 Centros Especializados; 2 unidades do Laboratório Central do Maranhão (LACEN), em Imperatriz e São Luís; 1 Hemocentro e 7 Hemonúcleos; 21 agências transfusionais; 3 Serviços de Verificação de Óbito (São Luís, Imperatriz e Timon); 8 Planos Operativos e 2 Contratos de Leitos de UTI em hospitais municipais (Porto Franco e Codó).
“São oito anos de uma gestão comprometida com a qualidade da saúde dos maranhenses. Com essa grande expansão da rede de saúde e da gestão da EMSERH, a gente pôde oferecer novos serviços. Dessa forma, a gente conseguiu se aproximar de todos os maranhenses, garantindo um acesso de qualidade à saúde pública. Com governador Carlos Brandão e seu espírito municipalista, temos muito mais ações e diversas inaugurações prevista para área da saúde”, frisou o secretário de Estado da Saúde, Tiago Fernandes.
Em uma gestão municipalista, abrangendo a todas as cidades, com a cobertura de ações de saúde, um dos beneficiados foi o aposentado Paulo Gaspar de Souza, 66 anos, morador do Conjunto Brasil Novo, em Imperatriz, após a realização do mutirão oftalmológico. “Eu tinha uma dificuldade muito grande no dia a dia. Primeiro, porque além da catarata, também tenho miopia. O médico me disse que o problema da miopia não poderia ser solucionado de imediato e nem havia previsão para isso, mas o de catarata sim. Fui muito bem atendido e me sinto muito satisfeito, porque tive o acolhimento das pessoas que estão aqui trabalhando”, avaliou.
Na capital maranhense, Marlene da Conceição Silva, que é de Salvador, visitou o irmão que foi acometido por um AVC e estava internado no Hospital Genésio Rêgo. Antes do regresso à cidade baiana, Marlene fez questão de deixar uma palavra de agradecimento aos profissionais que atuam na unidade de saúde. “Aqui nós somos atendidos tão bem, logo na chegada, na recepção, perguntam se está tudo bem, isso já nos deixa tão feliz. Todos nós temos problemas, mas aqui percebi que as pessoas deixam os problemas de lado e priorizam o bom atendimento. Volto para a Bahia tranquila em saber que o meu irmão está sendo tão bem cuidado”, agradeceu a familiar do paciente.
<strong>A EMSERH
Instituída em 2012, por meio da Lei Estadual Nº 9.732, a Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares iniciou suas atividades em 2015. É uma empresa pública, dotada de personalidade jurídica de direito privado e patrimônio próprio, cuja visão é tornar-se referência nacional na gestão em saúde.
Nos moldes em que a EMSERH se estabeleceu, a corporação é a primeira empresa de serviço hospitalar do Brasil, em nível estadual. Umas das principais finalidades é gerir as unidades de saúde de forma eficiente, com a aplicação transparente de recursos, num modelo de gestão que avança pautado na qualidade dos protocolos de atendimento e de acolhimento do usuário da rede de saúde.
<strong>EMSERH em números 26 hospitais 11 UPAs 1 Hemocentro 7 Hemonúcleos 21 Agências transfusionais 13 Policlínicas 8 Centros Especializados 8 Planos Operativos 2 Unidades de laboratório (LACEN) 3 Serviços de Verificação de Óbito 2 Contratos de Leitos de UTI em hospitais municipais
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